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MON abre mostras de países ibéricos

Mostra expõe peças em azulejo como “São Francisco de Assis e Alminhas”, de 1745 | Divulgação
Mostra expõe peças em azulejo como “São Francisco de Assis e Alminhas”, de 1745 (Foto: Divulgação)

Há dois novos motivos para ir ao Museu Oscar Nie­­me­yer (MON) neste fim de semana. A mostra O Olhar do Pintor Joaquín Sorolla exibe 40 das obras mais destacadas do prolífico artista espanhol – morto em 1923, aos 60 anos – para que o público brasileiro, que pouco o conhece, tome conhecimento de sua vida e obra.

O artista natural de Valência, além de exímio retratista (ele imortalizou figuras como o presidente norte-americano William Howard Taft), pintou, com luz vibrante e pinceladas largas, vigorosas paisagens, jardins, pátios e praias espanholas. "Conhecer a obra de Sorolla é descobrir a Espanha", diz a diretora do Museu Sorolla, Maria Luísa Menéndez. O espaço está localizado em Madri, na residência onde morou o artista, doada ao Estado por ele, juntamente com 1.270 telas.

Azulejos portugueses

As figuras e padrões dos famosos azulejos portugueses podem ser conhecidos na grande exposição Figuras e Padrões – A Encomenda do Azulejo em Portugal, do Século 16 à Atualidade. Os 90 painéis retratam as encomendas feitas pela igreja, pela nobreza, pelo público e por novos clientes, até chegar a atualidade com a produção de artistas contemporâneos. A mostra oferece um panorama da história da arte da cerâmica portuguesa, desde a sua introdução no país pelos árabes, no século 16, até os dias de hoje.

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