
Os roqueiros da banda Poléxia prometem uma versão rockn roll para o repertório composto por músicas que Tim Maia, que apresentam na quarta-feira, no teatro do SESC da Esquina, com participação da rapper Negra Li. "A seleção do repertório não foi difícil porque existem muitos clássicos. Escolhemos metade da fase racional e outra metade de sucessos. Ficou com um suingue de branco, mas procuramos respeitar a essência das músicas. O pessoal vai sentir mais guitarra do que normalmente ouviria nas canções de Tim Maia", adiantou Rodrigo Lemos, guitarrista e voz da Polexia.
A banda foi convidada no início do ano para participar do projeto Memória Musical, promovido pelo SESC da Esquina, com o objetivo não só de homenagear um artista, mas apresentar a obra de uma de forma inusitada, juntando sonoridades diferentes, conforme explicou o projetor Jonas Prates. Este é o último show do ano do projeto que em 2008 homenageou Paulinho da Viola, com Pedro Luis e a banda Gralha Azul; Bezerra da Silva com João Gordo e a banda Los Diaños e Nara Leão, com Sergio Loroza e Wandula.
No segundo ano de realização o projeto deve ter continuidade em 2009. Sobre o encontro com a Negra Li, Lemos espera que ela abençoe o que a banda fez até a agora. "A gente tem expectativa de que a música vai ganhar com o vocal dela, que é mais pro lado do soul, black music. Esperamos que ela abençoe o som com a voz dela", afirmou Lemos.
Negra Li canta quatro, das 15 músicas do show. A Poléxia tem um disco independente lançado em 2004 e está trabalhando em um novo CD para o próximo ano. A banda é formada por Rodrigo Lemos (voz e guitarra), Eduardo Cirino (teclados e escaleta), Francis Yokohama (baixo e vocais) e Neto (bateria). O pai do guitarrista, seu Miza vai reforçar os vocais durante o show.



