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Televisão

Noite histórica

30 Rock e Mad Men foram as grandes vencedoras do Emmy 2008. A minissérie John Adams quebrou o recorde de estatuetas já vencidas por uma produção

Alec Baldwin: melhor ator em série cômica, por 30 Rock | Robyn Beck/ AFP
Alec Baldwin: melhor ator em série cômica, por 30 Rock (Foto: Robyn Beck/ AFP)
Glenn Close venceu a estatueta de melhor atriz por Damages |

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Glenn Close venceu a estatueta de melhor atriz por Damages

Rio de Janeiro - Dois dramas que mostram períodos históricos dos Estados Unidos, Mad Men e John Adams, garantiram na noite de domingo um lugar nos livros dos recordes dos prêmios Emmy, o Oscar da televisão americana, enquanto que 30 Rock, uma sátira sobre uma rede de televisão, foi a grande vencedora entre as comédias. O seriado é exibido no Brasil pela Sony Entertainment Television

Mad Men, a nova série da rede AMC (exibida no Brasil pelo canal a cabo HBO) aclamada pela crítica, que mostra a transformação da indústria publicitária no auge da revolução social da década de 1960, se tornou o primeiro programa da TV a cabo que não é da HBO ganhador de um Emmy de melhor série dramática.

John Adams, minissérie da HBO dividida em sete capítulos sobre o segundo presidente dos Estados Unidos, terminou a noite com 13 Emmys. É a maior quantidade de prêmios já dada para uma minissérie, superando o recorde anterior de 11 premiações estabelecido em 2004 por Angels in America. O prêmio de melhor ator na categoria foi para seu astro, Paul Giamatti. Laura Linney ficou com a estatueta de melhor atriz de minissérie por seu papel de Abigail Adams, mulher do patriota que ajudou a organizar a Revolução Americana e sucedeu George Washington como presidente.

No terreno da comédia, os eleitores do Emmy preferiram repetir a história do último ano coroando novamente 30 Rock, uma sátira sobre uma rede de televisão, como melhor série de comédia. A diferença é que desta vez suas as duas estrelas principais, Tina Fey e Alec Baldwin, ficaram com os prêmios de melhor atriz e ator na categoria comédia. Baldwin fez muitos elogios à série durante seu discurso de agradecimento. "Temos o melhor elenco, a melhor equipe. É o melhor trabalho que já fiz na minha vida", disse ele. O ator dedicou o prêmio a todos os colegas da série, mas especialmente à atriz Tina Fey, com quem contracena.

Na série, Fey interpreta uma escritora de um programa cômico, em um papel baseado vagamente em sua experiência como roteirista do programa Saturday Night Live. Baldwin faz o papel de seu chefe, um egoísta executivo de uma emissora de televisão. Tina Fey, criadora e produtora de 30 Rock, também ganhou o Emmy de melhor roteiro para comédia, pelo episódio "Cooter". "Estamos muito agradecidos de estar aqui outra vez e por termos sobrevivido para uma terceira temporada", disse Fey, se referindo ao programa, que em sua primeira temporada enfrentou problemas para alcançar bons níveis de audiência.

A surpresa da noite ficou para a categoria de melhor ator dramático. Parecia certo que o prêmio seria de Jon Hamm, pelo seu papel em Mad Men, mas ele ficou para Bryan Cranston por sua atuação na série Breaking Bad, exibida no Brasil pelo canal pago Sony. Nenhuma surpresa na premiação de melhor atriz de drama, que foi para Glenn Close por sua interpretação na série de advogados Damages (na programação do canal AXN, no Brasil), programa que levou ainda o prêmio de melhor ator coadjuvante, para Zeljko Ivanek. Jeremy Piven conquistou seu terceiro Emmy consecutivo de ator coadjuvante na comédia Entourage (HBO).

A premiação na categoria feminina foi para Jean Smart, atriz de Samantha Who? (Sony Entertainment Television). O Emmy para melhor atriz coadjuvante em um drama foi para a veterana Dianne Wiest por Em Terapia.

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