
"Suzie Q", "Proud Mary" e "Have You Ever Seen the Rain?" são três dos sucessos que você pode até não conhecer de nome, mas, com certeza, já deve ter ouvido no rádio, na televisão, no cinema, na rua, ou numa festa.
O que as músicas têm em comum é a banda que as tornaram famosas: Creedence Clearwater Revival. Célebre nos anos 60 e 70, o grupo terminou em 1972. Vinte e três anos depois, quando o baterista Stu Cook e o baixista Doug Cosmo resolveram retomar os grandes clássicos do grupo, se uniram a John Tristao (vocalista e guitarrista), Tal Morris (guitarrista) e Steve Gunner (multi-instrumentista). Assim surgiu a Creedence Clearwater Revisited (confira o serviço completo do show). Essa formação alternativa se apresenta no Curitiba Master Hall neste sábado, às 23h30.
Depois de um intervalo de quatro anos e passagens pela América do Norte, Nova Zelândia, Europa e Ásia, a banda volta ao Brasil para quatro apresentações. Além da capital paranaense, tocam em Brasília, São Paulo e Florianópolis.
Na formação original, o Creedence teve influências do rock e do blues. Em apenas cinco anos de existência, conquistou nove discos de ouro e sete de platina. Romperam quando John Fogerty, ex-vocalista e guitarrista, decidiu seguir carreira solo. Anos mais tarde, em 1990, o outro integrante, Tom Fogerty, irmão de John e também guitarrista, morreu em 1990.
"No começo, Cosmo e eu decidimos que, se encontrássemos os músicos capazes de captar o som e recriar o que a nossa música foi no passado, nós seguiríamos em frente", diz Cook.
Segundo Cook, quando criaram a versão "Revisited" da banda, não havia a intenção de tocar para o público. Porém, depois de algumas apresentações, o projeto ganhou força e, no show deste fim de semana, a banda tocará músicas de dois CDs: Recollection e The Best of Creedence Clearwater Revisited, que compila 22 sucessos.



