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Teatro

Preferidos de Diogo Portugal

Humorista se apresenta domingo, no Guairão, com seus personagens mais populares, em prol do Hospital de Clínicas

Poucos minutos de stand-up e diversos personagens em Portugal É Aqui | Divulgação
Poucos minutos de stand-up e diversos personagens em Portugal É Aqui (Foto: Divulgação)

É Diogo Portugal quem diz: a vida está uma loucura. Sua semana começa com um novo show às segundas-feiras, o Acusticozinho (confira o serviço completo do espetáculo), no John Bull Pub. Às terças, costuma gravar o "Louco de Bom" para o programa Revista RPC, também em Curitiba. Todas às quintas, precisa estar em São Paulo onde divide o palco com convidados no Senta pra Rir. No fim de semana, viaja para encontrar a mulher, grávida, no Rio de Janeiro, quando não leva seu stand-up Hã!? a algum canto do país.

Neste domingo (28), seu destino será novamente Curitiba. Vem apresentar o show Portugal É Aqui (confira o serviço completo do espetáculo) às 19 horas, no Guairão, em prol do Hospital de Clínicas. Diogo testou antes o formato em uma temporada curta no Teatro Regina Vogue. "Nunca faço em outro lugar antes de estrear em Curitiba."

"Amarrei os personagens que mais gostava juntos, na mesma peça", conta. Lá está, por exemplo, a ex-prostituta Pamela Conti. "Ela fala que vai fazer strip-tease, mas é só uma dança sensual. Não tem quem não ria'", comenta o humorista. Infalível, porém, nenhum personagem é. "Às vezes, a plateia é dura", diz Diogo. Ou a geografia atrapalha. A manicure catarinense Marlene Marluce não funcionou bem em Angra, onde ninguém reconhecia o sotaque. Bom­­ba, o carioca suburbano tem mais apelo naquela região. Os paranaenses, por sua vez, não riem tanto dele, preferem o office-boy El­­visley.

Diogo usa regionalismos a seu favor. "Tento pegar com antecedência tudo sobre a cidade, bairros, nome do prostíbulo – toda cidade tem um Oilman. Começo a fazer piada com coisas locais e a plateia ri de graça. Em Belém, ficou tão bom que estou pedindo o vídeo para postar no Youtube."

Na maior parte dessas cidades, o humorista apresenta o stand-up Hã?!. "Falo muito sobre como eu sou, desligado, esqueço as coisas...". Para ele, Curitiba é um pouco "mãe" do gênero de humor que expõe o artista de cara limpa diante da plateia.

O Senta pra Rir mantém cativo o público paulista há dois anos, recebendo convidados. "É uma peça mais curinga", diz Diogo. Antes, o formato passou por Curitiba, no John Bull Music Hall. Agora o show fixo de Diogo na capital paranaense, o Acusticozinho, acontece num espaço menor, e se concentra em números musicais. Ele e o amigo Rogério Cordoni tocam canções autorais variadas, como a gauchesca "Nhoque na minha linguiça". "O Rogério não é humorista, mas é muito carismático, fica dando risada. No dia em que ninguém rir, ele vai rir."

Ainda em São Paulo, ele testa mais um formato: o Fritada. Na última quinta-feira do mês, recebe um eleito para uma "homenagem-sacanagem". Na cadeira elétrica, o convidado (depois de aceitar as regras do jogo) ouve piadas endereçadas a ele pelos humoristas, e pode responder com outras. "Já aconteceu de um sair puto, mas é de bobeira, porque é totalmente explicado para a pessoa antes. O Fernando Caruso foi genial, deu uma fritada maior e acabou com a gente", reconhece o humorista.

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