
Um total de 20 minutos de performance de Cazuza no palco, cantando e se movimentando por um espaço de 5x3 metros, que darão ao público a impressão de assistir novamente a uma apresentação ao vivo do poeta. Essa é a ideia do projeto que terá sete apresentações no país a partir do segundo semestre deste ano.
Ainda não foram definidos a data nem o local da apresentação, mas os organizadores adiantam que, além do efeito do holograma, o show contará com a participação de grandes parceiros de Cazuza, como George Israel (Kid Abelha), que assume a direção artística, Guto Goffi (Barão Vermelho), Leoni, Arnaldo Brandão (Hanoi Hanoi), Rogerio Meanda (Blitz) e Nilo Romero, que também assina a produção musical. Nilo foi o último a dirigir Cazuza no palco e agora será o primeiro a reassumir a função. O idealizador do projeto e também responsável por trazer a holografia cênica pela primeira vez ao Brasil é o produtor Omar Marzagão, filho de Augusto Marzagão, criador do Festival Internacional da Canção (FIC) que lançou grandes nomes da MPB nas décadas de 60/70.
Outro detalhe já divulgado é que serão utilizadas imagens de Cazuza de 1986 e 1987, antes de ele ficar doente e perder bastante peso - o cantor morreu em decorrência do vírus da Aids. Em 2013, o artista completaria 55 anos se estivesse vivo.



