
Jobs, a cinebiografia do fundador da Apple, Steve Jobs (1955-2011), traça um perfil nada confortável de um dos maiores gênios da tecnologia. O filme que estreia hoje nos cinemas retrata sua obsessão pelo trabalho, o que acabou revolucionando o mercado da informática, filmes de animação, música e telefones, mas também mostra suas tristezas e a falta de pudor em passar por cima de amigos e amores para alcançar seus objetivos (veja o serviço completo no Guia Gazeta do Povo).
O filme revela momentos sombrios da vida de Jobs, que nunca reconheceu a paternidade de uma filha, e a dura fase em que ele foi afastado da própria empresa.
O astro Ashton Kutcher (Cara, Cadê Meu Carro?) consegue reproduzir os maneirismos de Jobs ao andar, gesticular e falar. As cenas iniciais do longa-metragem, que mostram o lançamento do iPod em 2001, chegam a colocar em dúvida se é uma imagem da época ou o próprio Kutcher como Jobs grisalho.
Após essas cenas, o longa-metragem volta à década de 1970 e mostra um Jobs jovem, deslocado na faculdade que abandona para se dedicar ao trabalho e à sua obsessão em facilitar o uso da tecnologia. Vítima de câncer, o empresário morreu em 2011, quando o filme já estava em pré-produção. A direção é de Joshua Michael Stern, que fez Promessas de um Cara de Pau.
História
Em 1976, com o amigo Woz (Josh Gad), Jobs criou a Apple na garagem da casa de seus pais adotivos. O impulso para o sucesso da empreitada foi quando ele conseguiu vender um lote do que foi considerado o primeiro computador de uso pessoal e, logo, transformou a marca em sinônimo de inovação. GGG1/2



