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Moraes barra CFM e aciona PF para apurar conduta da entidade no caso Bolsonaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM) que investigava o atendimento de saúde dado a Jair Bolsonaro na prisão. Além disso, o magistrado determinou que o presidente da entidade, José Hiran da Silva Gallo, preste depoimento à Polícia Federal para explicar a atuação do conselho.

Sobre a legalidade da ação, o ministro afirmou que o CFM não tem competência para fiscalizar a Polícia Federal. Nesse sentido, Moraes classificou a iniciativa como uma conduta ilegal e com desvio de finalidade. Além disso, alegou que houve "total ignorância dos fatos" por parte da instituição. Moraes também proibiu qualquer outro procedimento semelhante pelo conselho em nível nacional ou estadual.

Com efeito, o Hospital DF Star recebeu uma ordem para enviar ao STF, em 24 horas, todos os laudos e resultados dos exames feitos pelo ex-presidente. Sendo assim, após realizar os procedimentos hospitalares, Bolsonaro foi levado de volta para a Superintendência da PF.

Governo Trump anuncia plano de três fases para a Venezuela

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou nesta quarta-feira (7) um plano estruturado em três etapas para o futuro da Venezuela. Em pronunciamento no Capitólio, ele explicou que o primeiro passo foca na estabilização do país após a prisão de Nicolás Maduro. Além disso, esta fase inicial prevê a venda de até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano. No entanto, toda a distribuição do dinheiro será controlada diretamente pelo governo americano.

Sobre a segunda etapa, Rubio afirmou que o objetivo é a recuperação econômica, garantindo que empresas americanas e ocidentais tenham acesso "justo" ao mercado de petróleo local. Nesse sentido, o plano também prevê o início de uma reconciliação nacional, que inclui a anistia, a libertação de presos políticos da oposição e o retorno de exilados para a reconstrução da sociedade civil. Todas essas ações contarão com a supervisão direta de Washington.

Quanto à fase final, o secretário mencionou que ela envolverá um "passo de transição" no poder, embora não tenha fornecido detalhes específicos sobre como isso ocorrerá. Rubio enfatizou que o governo Trump exerce um controle rigoroso sobre a gestão interina de Delcy Rodríguez, ditando as normas do regime. Sendo assim, ele concluiu que, embora os EUA liderem o processo agora, as mudanças definitivas de longo prazo dependerão da população venezuelana.

Senador diz que Cuba e Nicarágua são próximos alvos dos EUA

O senador Rick Scott, aliado de Trump, afirmou que a operação na Venezuela é apenas o começo de uma mudança política maior na América Latina. Afinal, em entrevista ele declarou que a captura de Nicolás Maduro serve como um ponto de virada para a região. Além disso, Scott foi enfático ao dizer que, após a Venezuela, Washington deve focar em promover mudanças em Cuba e na Nicarágua.

Sobre o cenário regional, o senador acredita que o que foi feito em solo venezuelano transformará o continente. Nesse sentido, ele incluiu a Colômbia em suas previsões, afirmando que o país terá um novo presidente no próximo ano. Para Scott, esses movimentos fazem parte de um processo maior de retomada das democracias em todo o hemisfério sul.

Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta quinta-feira (08)

  • ATO DE 8/1 PODE TRAZER VETO À DOSIMETRIA E FOCO POPULAR;
  • TRÊS ANOS DO 8/1: MAIS DE 100 PRESOS E CENTENAS DE CONDENADOS;
  • PRESOS DO 8/1 DETIDOS NA ARGENTINA COMEÇAM A DEIXAR PRESÍDIO;
  • REVERSÃO DA LIQUIDAÇÃO DO BANCO MASTER CABE SOMENTE AO STF;

O Café com a Gazeta do Povo vai ao ar das 07h às 10h, no canal da Gazeta do Povo no Youtube.

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