O procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou o pedido feito por parlamentares da oposição para que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), fosse afastado da relatoria da investigação envolvendo o Banco Master.
Os deputados Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC) protocolaram o primeiro pedido em 10 de dezembro de 2025. Na ocasião, citaram a viagem de Toffoli para Lima, no Peru, na companhia do advogado de um dos envolvidos na investigação. Com a revelação de novos indícios, Caroline passou a sustentar a hipótese de conflito de interesses por parte de Toffoli e levou novos argumentos à PGR na tentativa de viabilizar seu afastamento do caso.
No entanto, Gonet argumentou que os fatos mencionados na representação já estão sendo analisados no próprio STF com o acompanhamento regular da Procuradoria. Dessa forma, segundo ele, não havia necessidade de medidas adicionais.
Nikolas convoca protesto para fim da caminhada por Bolsonaro
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) convocou uma manifestação para marcar a chegada da chamada “Caminhada da Liberdade”, movimento que ele lidera em protesto até Brasília com início em Paracatu (MG). A concentração do protesto está prevista para domingo (25), às 12h, na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
Com efeito, a “Caminhada da Liberdade” é um ato político de aproximadamente 240 km que segue pela BR-040, com Nikolas e apoiadores percorrendo o trajeto em direção à capital. O deputado anunciou o protesto como uma forma pacífica de se posicionar contra as “arbitrariedades” e perseguição judicial à oposição, incluindo críticas ao governo e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Além disso, Nikolas espera contar com uma motociata e caravanas de apoiadores vindos de diversas partes do país. Segundo ele, durante a caminhada houve reações instantâneas, ou seja, adesões "orgânicas" ao movimento.
Malafaia critica "amadorismo político" de Flávio Bolsonaro
O pastor Silas Malafaia criticou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência e afirmou que o nome dele “não empolgou a direita”. Além disso, classificou a estratégia do parlamentar como um “amadorismo político”, questionando a forma como ele buscou o apoio do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Para Malafaia, a disputa eleitoral de 2026 exigirá uma união mais ampla entre direita e centro, e ele não acredita que Flávio Bolsonaro tenha “musculatura” suficiente para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O líder religioso apontou que a esquerda não se sente ameaçada por Flávio. Dessa forma, observou que o governo Lula não o ataca estrategicamente.
Veja os destaques do Café com a Gazeta do Povo desta sexta-feira (23)
- PT ACIONA PRF CONTRA CAMINHADA DE NIKOLAS FERREIRA;
- TOFFOLI LIBERA R$ 200 MI DE ENTIDADE LIGADA AO GENRO DE FUX;
- DELCY PROMETEU COOPERAR COM EUA ANTES DA QUEDA DE MADURO;
- COLÔMBIA SUSPENDE ENERGIA AO EQUADOR APÓS TARIFA ANTIDROGAS;
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