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Da fertilidade ao climatério: a jornada da saúde feminina não pode esperar

Do planejamento reprodutivo às mudanças hormonais, acompanhamento contínuo e medicina personalizada fortalecem o cuidado em todas as fases da vida

Da juventude ao climatério, o cuidado com a saúde feminina evolui em cada fase da vida, reforçando a importância do acompanhamento contínuo e personalizado.
Da juventude ao climatério, o cuidado com a saúde feminina evolui em cada fase da vida, reforçando a importância do acompanhamento contínuo e personalizado. (Foto: Divulgação/Frischmann Aisengart)

Frischmann Aisengart

13/04/2026 às 16:55

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A saúde é uma jornada que atravessa diversas etapas e, para as mulheres, a fertilidade representa uma fase de possibilidades biológicas, como a gestação. Já o climatério sinaliza o fim da capacidade reprodutiva, trazendo mudanças hormonais e novos cuidados. Em comum, ambos os momentos pedem um olhar atento e integral, que conecte corpo e mente, além de soluções personalizadas que a medicina moderna tem oferecido.

E, nesta jornada, espaços dedicados à saúde feminina, como a recém-inaugurada Unidade Mulher do Frischmann Aisengart, no Batel, oferecem ainda mais comodidade e um cuidado próximo e seguro. O local é caracterizado por ambiente pensado em cada detalhe para esse público, sem colaboradores ou pacientes homens no atendimento. Lá, é possível realizar exames de análises clínicas, patologia e genética – fundamentais para diagnóstico e acompanhamento de saúde.

Representantes da Dasa e do Frischmann Aisengart, autoridades e equipe na solenidade de  abertura da Unidade Mulher, que marca o início das atividades do novo espaço dedicado ao cuidado feminino em Curitiba.Representantes da Dasa e do Frischmann Aisengart, autoridades e equipe na solenidade de abertura da Unidade Mulher, que marca o início das atividades do novo espaço dedicado ao cuidado feminino em Curitiba. (Foto: Divulgação/Frischmann Aisengart)

Saúde merece acompanhamento

No início da vida adulta, muitos casais enfrentam a infertilidade: um obstáculo que afeta cerca de 15% das duplas ao redor do mundo – 1 em cada 6, segundo a Organização Mundial da Saúde¹. Definida como a incapacidade de conceber após 12 meses de tentativas (ou 6 meses para mulheres acima de 35 anos de idade), essa condição pode ter causas femininas (30%), masculinas (30%) ou mistas (40%) – sendo que causas mistas envolvem fatores de ambos os parceiros¹.

Entender a origem do problema é o primeiro passo e, hoje, a genética tem desempenhado um papel crucial. “A saúde reprodutiva se aplica a todos, independentemente de gênero, orientação sexual ou modelo familiar, respeitando a diversidade e as diferentes trajetórias de vida. Exames como os Painéis de Infertilidade, oferecidos pela Dasa Genômica, analisam genes específicos ligados a dificuldades reprodutivas, ajudando a identificar desde falhas na produção de espermatozoides até problemas na ovulação. Para casais que já passaram por ciclos frustrados de fertilização in vitro ou que têm histórico de alterações reprodutivas, esse diagnóstico preciso abre portas para tratamentos mais eficazes e aconselhamento direcionado”, afirma Natália Gonçalves, superintendente de reprodução humana, pesquisa e desenvolvimento de Dasa Genômica. 

Climatério: dúvidas e mudanças femininas

O climatério é uma fase natural da vida da mulher que engloba a menopausa e marca o fim da fase fértil. A transição menopausal geralmente se inicia em torno dos 45 anos e pode se estender até os 55 anos, sendo a média para a ocorrência da menopausa aos 51 anos. Considera-se que a menopausa está estabelecida após 12 meses consecutivos de interrupção do sangramento menstrual. Mais do que ondas de calor — os famosos “fogachos” —, esse período pode trazer sintomas que impactam a qualidade de vida, como alterações de memória e de humor. Embora nem todas as mulheres apresentem sintomas intensos, todas vivenciam o climatério em algum momento.

“Muitas mulheres relatam ausência dos sintomas mais conhecidos, como os fogachos, mas percebem mudanças importantes na memória, no sono e no humor. Isso mostra que o climatério é mais amplo do que se costuma imaginar e exige um acompanhamento individualizado, que considere diferentes manifestações clínicas”, explica o ginecologista do Frischmann Aisengart, Jaime Kulak.

Um dos maiores alertas dessa fase é o risco cardiovascular. “A queda dos níveis de estrogênio impacta diretamente o organismo feminino, inclusive a saúde vascular. Por isso, o climatério exige uma abordagem preventiva, com avaliação de fatores de risco, acompanhamento regular e estímulo a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e atividade física”, afirma o especialista. Ele destaca ainda que o cuidado não deve se limitar aos sintomas ginecológicos, mas incluir uma visão integrada da saúde da mulher ao longo do envelhecimento.

Cuidado integrado com a saúde: sempre!

A conexão entre fertilidade e climatério está na continuidade do cuidado. Problemas hormonais ou de saúde reprodutiva que não são tratados na juventude podem se agravar com o tempo, impactando a transição para a menopausa.

 Da mesma forma, o bem-estar cultivado durante o climatério pode ser um reflexo de escolhas feitas anos antes. Imagine, por exemplo, um casal que enfrentou dificuldades para conceber na casa dos 30 anos e, com o apoio de exames genéticos, conseguiu formar uma família. Décadas depois, a mesma mulher, agora no climatério, colhe os frutos de ter mantido um estilo de vida equilibrado, enfrentando essa nova fase com mais disposição e menos complicações.

“O acompanhamento ao longo da vida reprodutiva faz diferença no presente e no futuro. Hoje, a medicina oferece recursos que permitem identificar riscos, orientar condutas e personalizar o cuidado. O mais importante é que mulheres e homens busquem informação e mantenham o diálogo com os profissionais de saúde, garantindo atenção contínua em todas as fases da vida”, finaliza Kulak.

Hoje o cuidado com a saúde feminina pode ser melhor avaliado com exames genéticos e de microbioma, que permitem compreender o organismo em diferentes fases da vida. Segundo Natália Gonçalves, superintendente de Inovação na Dasa, a queda do estrogênio no climatério pode alterar o pH e a microbioma vaginal, favorecendo desconfortos e infecções recorrentes.

Exames de microbioma vaginal ajudam a identificar o equilíbrio entre bactérias benéficas e prejudiciais, contribuindo para uma abordagem mais preventiva. “Compreender esse ecossistema permite antecipar cuidados, e não apenas tratar infecções”, explica.

Na fase reprodutiva, o painel genético para infertilidade analisa o DNA do casal quando exames hormonais não são conclusivos, trazendo mais precisão ao diagnóstico. Já o exame de microbioma endometrial avalia o ambiente uterino e pode identificar desequilíbrios que impactam a fertilidade.

“Mapear o microbioma endometrial permite identificar fatores antes invisíveis e direcionar melhor o cuidado, aumentando as chances de uma gestação saudável, especialmente para mulheres que estão tentando engravidar ou em processos como a fertilização in vitro”, conclui Natália.

Serviço

Unidade Mulher do Frischmann Aisengart

Av. Sete de Setembro, 4307 – Batel, Curitiba – PR

Horários:

  • Segunda a sexta: atendimento das 7h às 17h | coleta das 7h às 16h
  • Sábados: atendimento das 7h às 13h | coleta das 7h às 12h

???? (41) 4004-0103

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