
Ouça este conteúdo
O que começa como uma experiência individual pode revelar falhas estruturais de um sistema inteiro. Se um jovem brasileiro de classe média sonha em estudar fora, ele tinha apenas 2 opções: estudar em uma escola internacional om mensalidades que podem passar dos 5 a 10 mil reais por mês, ou pagar por uma agência de intercâmbios que pode custar de 50 a 100 mil reais para uma experiência internacional.
Porém, isso faz com que o financeiro acabe se tornando um impeditivo para a maior parte das famílias.
Hoje, os planos variam de aluno para aluno, mas giram em torno do valor de uma escola de inglês tradicional com o diferencial de já incluir uma Escola de Inglês voltada para intercâmbios dentro do próprio preparatório.
E mesmo com um valor bem mais acessível e justo, os resultados continuam sendo expressivos. A escola acaba de atingir um marco histórico para a educação brasileira: mais de 1.000 aprovações internacionais de alunos em intercâmbios e universidades internacionais apenas em 2025.
O número consolida a empresa como uma das principais referências nacionais em preparação para oportunidades acadêmicas globais e chama atenção por um fator adicional: todo esse crescimento foi construído sem qualquer investimento externo, em um modelo totalmente “bootstrapped”.
Do dormitório universitário a cobertura no Batel
A história da The Dream School começa em 2020, em plena pandemia, a partir da vivência pessoal de Lucas Pertusati, fundador da startup. Ex-aluno de escola pública, ele precisou recorrer a uma vaquinha online para viabilizar sua graduação nos Estados Unidos. A dificuldade enfrentada no próprio caminho revelou um problema recorrente: a falta de informação estruturada era, para muitos jovens, uma barreira maior do que a falta de talento.

A partir dessa percepção, nasceu a TDS. A “Escola dos Sonhos” funciona como um “cursinho pré-vestibular", mas para os maiores vestibulares internacionais, auxiliando desde o inglês, até o ENEM Americano, currículo, redações, entrevistas e todo o processo de candidatura das melhores universidades do mundo.
Em cinco anos, a operação saiu de um dormitório universitário nos EUA para uma sede de 300 m² em uma cobertura no bairro Batel, em Curitiba. Hoje, a empresa conta com cerca de 60 atuando presencialmente, com uma equipe jovem média de idade de 24 anos e altamente conectada ao público que atende.
Aprovações que refletem qualidade, não apenas volume
O crescimento da The Dream School não se traduz apenas em números absolutos, mas também na qualidade das instituições. Em 2025, alunos mentorados pela startup conquistaram vagas em intercâmbios realizados por universidades de prestígio internacional, como Harvard, Yale, Duke e University of Notre Dame, além de dezenas de outras instituições nos Estados Unidos e em diferentes países.
O diferencial está no modelo de mentoria. Todos os mentores da TDS são ex-alunos que passaram com sucesso por processos seletivos internacionais e retornam para orientar novos estudantes. Essa vivência prática permite um acompanhamento mais realista, estratégico e alinhado às exigências das universidades estrangeiras.
Atualmente, a comunidade da The Dream School reúne 2.500 alunos ativos, distribuídos em mais de 1.000 escolas no Brasil, o que demonstra que o desejo por uma educação global já não está restrito às grandes capitais ou a um público de elite.
Educação com impacto social e responsabilidade ambiental
Além dos resultados acadêmicos, a startup mantém um pilar estruturado de impacto social. Para cada aprovação conquistada por seus alunos, a empresa realiza uma ação concreta: tradicionalmente, R$ 10 são destinados a instituições ligadas à educação a cada aprovação recebida só em 2026, já foram quase 1000.
Para os próximos ciclos, a The Dream School planeja ampliar esse compromisso, incorporando também um viés ambiental. A meta é realizar o plantio de uma árvore para cada nova aprovação internacional, conectando crescimento educacional a responsabilidade socioambiental.
O futuro: formar escolas, não apenas aprovações
Com mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais e uma produção contínua de conteúdo gratuito voltado a jovens que não podem arcar com mentoria paga, a The Dream School já projeta sua próxima fase.
O objetivo de longo prazo é transformar a startup em uma rede de High Schools internacionais pelo Brasil, com um currículo voltado à formação global do estudante indo além de provas e vestibulares, e preparando jovens para atuar em ambientes acadêmicos e profissionais de alto nível.
Entrevista | Gestores da The Dream School explicam o método por trás das 1.000 aprovações internacionais
Jornalista da Gazeta do Povo: Alcançar mais de 1.000 aprovações internacionais em um único ciclo é um marco relevante. O que permitiu esse crescimento sem investimento externo?
Gestores da The Dream School: Desde o início, optamos por um crescimento sustentável, reinvestindo tudo no próprio método. O foco sempre foi criar um modelo replicável, baseado em mentoria prática, tecnologia e comunidade. Escalar sem capital externo nos obrigou a ser eficientes e extremamente atentos à qualidade do acompanhamento.
Jornalista da Gazeta do Povo: O modelo de mentoria com ex-alunos é frequentemente citado como diferencial. Por que isso faz tanta diferença?
Gestores da The Dream School: Porque o aluno é orientado por alguém que já passou exatamente pelo mesmo processo. Isso reduz erros, aumenta a segurança emocional e acelera decisões. Não é teoria — é experiência real aplicada à trajetória de outro jovem.
Quer fazer parte dessa comunidade e conquistar sua aprovação internacional?
Acompanhe a The Dream School e conheça um método que transforma informação em oportunidade real.
Siga nas redes sociais:
- The Dream School: @the.dream.school
- Letícia Rebelo: @leticiarebeloo_
- Anna Gomes:@annaagommes
- Lucas Pertusati: @lucaspertusati
- Saiba mais:https://thedream.com.br
