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saúde

Vigilância investiga casos da doença mão-pé-boca em escolas e CMEIs de Colombo

Segundo a prefeitura de Colombo, os primeiros casos começaram a ser notados no CMEI Tia Glória, de forma isolada

  • Alex Silveira, especial para a Gazeta do Povo
 | Pixabay/Divulgação
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A Vigilância Epidemiológica de Colombo, na RMC, realiza uma vistoria técnica para apurar o surgimento de casos da doença mão-pé-boca (HFMD, sigla em inglês) em crianças matriculadas nas escolas municipais e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI). A vistoria acontece em todas as 88 unidades escolares da cidade. Segundo a prefeitura, os primeiros casos começaram a ser notados no CMEI Tia Glória, de forma isolada.

Funcionários de um dos CMEIs que não quiseram se identificar informaram que, desde a semana passada, pelo menos cinco crianças apresentaram sintomas da doença, como pintas e bolinhas espalhadas pelo corpo. Segundo os funcionários, a Secretaria Municipal de Educação foi informada e a determinação é orientar os pais a procurarem um médico, caso a doença seja notada. “As crianças que apresentam os sintomas estão sendo encaminhadas para casa. Isso já aconteceu duas vezes e, também, já há casos em que os pais trouxeram atestados médicos confirmando o diagnóstico”, revelaram.

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Em contato com a reportagem da Gazeta do Povo, a Secretaria de Comunicação Social de Colombo disse que, além da vistoria técnica da vigilância epidemiológica, outras providências estão sendo tomadas para evitar novos casos. Em nota, a prefeitura informou que já orientou os profissionais do CMEI Tia Glória, bem como os pais dos alunos, “a levarem os pequenos ao médico; principalmente, para evitar o risco de contágio, visto que a enfermidade se dá através da contaminação por um vírus – podendo ser confundido com um resfriado”.

A prefeitura informa ainda que “o controle e as boas práticas de higiene, que são habituais, nesse momento estão sendo intensificadas pelos servidores das unidades escolares para conter a transmissão. Por exemplo: manter o ambiente arejado, não compartilhar objetos de uso pessoal, além de sempre higienizar bem as mãos e objetos (brinquedos que são de uso coletivo)”.

Não foram divulgadas informações sobre o número total de casos confirmados da doença em Colombo, nem das suspeitas ou se outros CMEIS chegaram a relatar ocorrências à Secretaria Municipal de Educação.

Doença mão-pé-boca

De acordo com site do Dr. Drauzio Varella, a doença mão-pé-boca é causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus. Ela é contagiosa e é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade.

Em grande parte dos casos, os sintomas podem ser confundidos com os do resfriado comum. Quando a doença se instala, entre os sintomas pode ocorrer a erupção de pequenas bolhas nas palmas das mãos, nas plantas dos pés, nas nádegas e na região genital. É comum que a doença venha acompanhada de febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões.

A transmissão se dá pela via oral ou fecal, através do contato direto com a saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.

Não existe vacina contra a doença.

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