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Bernardo: meta nominal de superávit não reduz esforço fiscal

A meta de superávit primário de 2011, fixada em termos nominais e não como percentual do PIB, é neutra e não reduz necessariamente a economia que o governo terá que fazer para atingi-la, avaliou o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.

O valor da meta fiscal do setor público consolidado é de 125,5 bilhões de reais, conforme já aprovado no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Inicialmente equivalente a 3,3 por cento do Produto Interno Bruto, esse resultado percentual irá variar de acordo com a taxa de crescimento da economia.

"Se o PIB crescer mais, a meta vai ficar um pouco menor. Mas se crescer menos, fica maior", afirmou Bernardo a jornalistas. "É uma regra neutra e é mais previsível."

O projeto de lei orçamentário encaminhado pelo governo ao Congresso nesta terça-feira prevê crescimento de 4,5 por cento em 2011. Paulo Bernardo reconheceu que o valor já esta defasado em relação às projeções do Ministério da Fazenda.

Na véspera, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, previu expansão de 5,5 por cento da economia brasileira no ano que vem.

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