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América do Sul

Bolívia mantém exportação de gás; protesto diminui

A Bolívia disse na quinta-feira que suas exportações de gás natural para a Argentina estão "absolutamente normais", enquanto retornava a paz em uma província fronteiriça atingida por um conflito devido a um saque em uma estação de gasoduto entre os dois países.

O envio de cinco milhões de metros cúbicos de gás à Argentina e volumes menores ao mercado interno da província de Gran Chaco "não foram interrompidos", assegurou à Reuters a porta-voz da Superintendência de Hidrocarbonetos, Galia Morales.

A situação foi confirmada na manhã desta quinta-feira pelas companhias que cuidam das exportações, afirmou a porta-voz da entidade que regula o setor.

"O bombeamento é operado como uma espécie de piloto automático", explicou.

A Bolívia também exporta 26 milhões de metros cúbicos diários ao Brasil, a maior parte vinda de Gran Chaco, e a operação não foi afetada pelos protestos, segundo um relatório oficial.

A declaração oficial contribuiu para esclarecer a situação, inclusive em Yacuiba, após incertezas sobre o bombeamento de gás à Argentina desde que os manifestantes saquearam, na quarta-feira, os escritórios da planta fronteiriça, incendiaram veículos e expulsaram os funcionários.

"O ponto fundamental (do protesto) era a proteção da integridade de nossos territórios, se nota a calma, a mensagem foi compreendida pela população", disse à Reuters Roberto Jiménez, presidente do comitê de greve de Yacuiba, anunciando que Gran Chaco queria diálogo de paz.

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