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São Paulo

Bovespa sobe em pregão de recuperação, após cair 5%

Na segunda, Ibovespa perdeu 5,10%, aos 36.234 pontos

Depois de registrar a segunda maior perda do ano, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) sinaliza uma recuperação. Às 11h13, pouco após a abertura, o índice Ibovespa, o principal da bolsa paulista, subia 1,22%, aos 36.676 pontos.

Em Wall Street, onde o Dow Jones fechou em mínimas não registradas desde 1997, o dia também pode ser de recuperação. A agenda do dia é fraca, com o índice de venda de casas pendentes e as montadoras apresentando as vendas de janeiro.

Atenção para o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke, e do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. Ambos falarão sobre orçamentos em diferentes comissões da Câmara e do Senado.

Na Europa, a tentativa de retomada no começo do dia não se sustentou. Os bancos e as petrolíferas voltaram a perder valor, levando o índice Stoxx 600 para mínimas não observadas em 12 anos. Há pouco, o índice FTSE-100, da Bolsa de Londres, recuava 1,70% e o Xetra-DAX, de Frankfurt, declinava 0,17%.

As ações do HSBC continuam caindo, estendendo uma baixa de quase 20% na segunda, depois que o maior banco de empréstimos do Reino Unido anunciou que pretende levantar mais de US$ 17 bilhões com a venda de ações descontadas.

Ainda no setor financeiro, mas agora nos Estados Unidos, o Citigroup anunciou uma programa para baixar as prestações de hipotecas em cerca de US$ 500 por mês por cerca de três meses para ajudar os desempregados.

Na Ásia, terça-feira foi de perdas, mas menos acentuadas se comparadas ao países do Ocidente. Tóquio recuou 0,69%, Hong Kong caiu 2,3% e Xangai perdeu 1,05%. Destoando, Seul garantiu alta de 0,66%.

Segunda-feira

Na segunda-feira, a Bovespa seguiu a onda de pessimismo que tomou conta do mercado internacional e fechou com forte baixa suas negociações. O índice Ibovespa - principal referência para o mercado brasileiro - teve queda de 5,10%, aos 36.234 pontos, menor nível desde novembro.

A Petrobras tombou 5,23%, para R$ 25,02, enquanto a Vale encolheu 5,9%, valendo R$ 25,25, arrastando todo o setor siderúrgico. Os papéis de bancos, influenciados pelo pessimismo internacional com o setor, também mergulharam. O Banco do Brasil caiu 2,4%, para R$ 4,50.

Nos Estados Unidos, o sentimento negativo tomou conta dos agentes que se desfizeram de todo tipo de ativo de risco, puxando as bolsas americanas para mínimas não observadas em mais de 10 anos.

O Dow Jones diminuiu 4,24%, para 6.763 pontos, menor nível desde abril de 1997. Já o S & P 500 baixou 4,66%, segurando os 700 pontos, mas no menor patamar desde 1996. O Nasdaq caiu 3,99%, para 1.322 pontos.

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