A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve nesta segunda-feira (10) um pregão marcado pela forte volatilidade de seus indicadores, que alternaram tendências de alta e baixa ao longo da sessão. Ao final do dia, o índice Ibovespa - referência para o mercado brasileiro - teve uma leve alta de 0,30%, aos 36.776 pontos.
Durante a tarde, a oscilação na Bovespa foi influenciada pelo mercado mundial. Temores sobre a saúde financeira da montadora GM fizeram com que os indicadores da Bolsa de Nova York recuassem, em movimento seguido pelos investidores nacionais, fazendo com que a Bovespa chegasse cair quase 1%. No entanto, próximo ao final do pregão, os índices se recuperaram.
Nos EUA, o mercado se manteve em queda. Por volta das 17h45 de Brasília, o índice Dow Jones, principal indicador do país, apontava recuo de de 1,07%, aos 8.847,92 pontos. As ações da GM registravam queda superior a 10%.
Durante a manhã, o índice Ibovespa havia registrado uma alta superior a 5%, reagindo com otimismo ao anúncio de um pacote de US$ 586 bilhões anunciado durante o final de semana pelo governo chinês para evitar a desaceleração na economia do país.
Nos mercados que fecharam antes da piora em Nova York, o pacote chinês teve boa repercusão. As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda. A bolsa de Xangai teve fortes ganhos e fechou em alta de 7,27%. Já o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio encerrou com alta de 5,81%. A bolsa de Seul, por sua vez, fechou o pregão com ganhos de 1,58%.
As bolsas européias também registraram alta nesta segunda. O indicador FTSE Eurofirst 300 - que reúne ações das principais empresas do continente - registrou alta de 0,92%, aos 923 pontos. Em Paris, a alta foi de 1,06%. Em Frankfurt, o pregão terminou com uma valorização de 1,76%. A Bolsa de Londres, por sua vez, fechou em alta de 0,89%.



