
O saldo líquido de empregos formais gerados no acumulado do ano até novembro no Paraná foi de 132.563 vagas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O total, resultado de 1.561.714 admissões e 1.429.151 demissões, é 0,05% menor do que o registrado no mesmo período de 2012.
INFOGRÁFICO: Veja os setores que apresentaram maior queda na geração de empregos
Até novembro deste ano, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos (52.187), seguido da indústria da transformação (32.672), comércio (31.914), construção civil (7.873), agropecuária (5.103), administração pública (1.961), serviços indústrias de utilidade pública (584) e extrativa mineral (269).
Na comparação entre o acumulado até novembro de 2013 e o do ano anterior, a construção civil foi o setor que apresentou a maior queda na geração de vagas (-32%), seguido da extrativa mineral (-28%), serviços indústrias de utilidade pública (-21%), agropecuária (-17%) e comércio (-3%). A geração de empregos cresceu na administração pública (20%), indústria de transformação (11%) e serviços (4%).
Apesar do crescimento menor, o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) vê os dados de forma positiva. "As informações estão apontando um crescimento significativo do estado do Paraná, na comparação com o Brasil", diz o economista do órgão, Francisco José Gouveia de Castro.
No país
No acumulado do ano até novembro, houve a criação líquida de 1.546.999 vagas de empregos formais no Brasil. O número é 13% menor do que o registrado no mesmo período de 2012, segundo o Caged. É o pior resultado até novembro em dez anos.
O setor que mais gerou empregos foi o de serviços (652. 522), seguido do comércio (296.376), indústria de transformação (289.937), construção civil (182.454), agropecuária (73.849), administração pública (37.471) e extrativa mineral (4.173).
Na comparação entre o acumulado até novembro de 2013 e o do ano anterior, o setor que mais teve queda na geração de empregos foi o da extrativa mineral (-77%), construção civil (-33%), comércio (-18%), serviços (-16%), agropecuária (16%) e serviços industriais de utilidade pública (-7%).
Só o setor de administração pública registrou aumento de oferta de vagas (12%) e o da indústria da transformação (11%).



