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Foco em educação executiva

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(Foto: Divulgação)

O mundo corporativo exige capacitação constante dos profissionais, mas nem sempre é possível conciliar uma agenda cheia de reuniões, viagens e compromissos com o cronograma rigoroso daquela especialização ou curso desejado, sobretudo quando se atua em cargo de direção ou gerência. É justamente esse público que a FAE e a Esade Business School – uma das maiores escolas de educação executiva do mundo – querem atrair para o curso Advanced Management Program (AMP), oferecido em Curitiba e Campinas (SP). A edição deste ano teve início em abril e vai até novembro, quando será realizado o último módulo em Barcelona, na Espanha. São três dias de aulas por mês e custo individual de cerca de R$ 30 mil. O coordenador acadêmico dos cursos de Pós-graduação da FAE, Gilberto Oliveira Souza (foto), conversou com a repórter Cíntia Junges sobre o programa e o perfil dos alunos.

Quantos alunos já fizeram o AMP?

Mais de 150 alunos em Curitiba desde 2008, quando retomamos a parceria com o Esade – iniciada em 1999 para cursos de MBA. Há quatro anos o foco é na capacitação de executivos com mais de 30 anos de idade e, no mínimo, cinco anos de experiência.

Como a experiência internacional influi na escolha dos profissionais?

Os profissionais brasileiros estão carentes de capacitação. Além disso, o intercâmbio de informações, pessoas e instituições faz parte da internacionalização dos mercados. Temos executivos, geralmente mais jovens, que partem em busca de novas experiências no exterior. A vivência lá fora é uma grande oportunidade, porém os profissionais que são o alvo AMP têm mais dificuldades para deixar família e carreira já estabelecidas no Brasil. A capacitação veio até esses profissionais e o crescimento da Esade mostra que a receptividade foi muito boa.

Qual a característica do AMP?

É um curso para executivos que estão afastados da sala de aula e querem retomar os estudos, mas não têm tempo para voltar nos moldes convencionais. Todo o conteúdo é ministrado em sala, onde a interação e a troca de experiências do mundo corporativo são os pontos fortes. Soma-se a isso um corpo docente altamente qualificado com ampla vivência prática no mundo dos negócios.

O que os alunos levam do curso para o mercado?

Uma visão atualizada dos assuntos que fazem parte do mundo corporativo e que são fundamentais para o sucesso de uma empresa. São oito módulos sobre a importância decisiva da estratégia nas empresas, sobre liderança e marketing, e empreendedorismo. O aprendizado mostra que, mais do que a soma, o equilíbrio desses fatores pode ser responsável pelo sucesso de uma empresa.

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A chiadeira não veio

Entre várias pequenas mudanças feitas desde o ano passado ao Decreto 1.980/2007, que estabelece o regime de ICMS do Paraná, o governo estadual alterou a alíquota para peças e componentes automotivos importados por estabelecimentos industrias paranaenses e que venham a ser revendidos no estado. Mesmo que tenham entrado pelo Porto de Paranaguá, esses produtos estarão sujeitos a uma alíquota de 12%, e não mais de apenas 3%.

A novidade em vigor desde 1.º de abril, vem em um momento em que o setor está bem resolvido e com investimentos consolidados no estado, diz o secretário estadual da Fazenda, Luiz Carlos Hauly. A maior parte da produção local vai para o abastecimento de montadoras e seus fornecedores, e não deve ser muito afetada. Até agora, pelo menos, nenhuma empresa ou sindicato chiou.

Colheitadeiras

A New Holland fechou abril com 52% de participação na venda total de colheitadeiras, crescimento de 34,5% em relação a abril do ano passado, segundo dados da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. No acumulado de 2012, a empresa tem participação de 31,6% do mercado de colheitadeiras e planeja fechar o ano na liderança.

Para cumprir o objetivo, a marca amplia a oferta de produtos. Três novas máquinas com sistema de duplo motor foram lançadas na Agrishow, maior feira agrícola da América Latina, encerrada sexta-feira em Ribeirão Preto (SP).

Águas garantidas

A Água Mineral Timbu obteve em maio a Recertificação ISO 9001:2008. A conquista deve-se à realização de auditorias periódicas em todos os processos avaliando a conformidade com os requisitos da NBR ISO 9001. A Timbu chega ao cinquentenário envasando 600 mil galões de 20 litros ao ano, além de produzir galões e embalagens de tamanhos variados.

Livro versus e-livro

Por causa das inúmeras possibilidades tecnológicas oferecidas pelo e-book, o livro digital vai custar mais caro do que o livro impresso, cuja composição de custos é pressionada por matérias primas caras (papel e tinta) e distribuição. Quem afirma é o editor lusitano Henrique Mota, diretor da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (Apel), que esteve no Brasil nesta semana para o 3º Congresso Internacional CBL do Livro Digital.

Na Europa, onde o livro digital responde por apenas 2% do mercado livreiro, contra 10% nos Estados Unidos, o agravante é a carga tributária alta. A exceção é o mercado britânico, onde em 2010 a penetração do e-book chegou a 8% do mercado. No Brasil, esse mercado engatinha.

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