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Indústria

Cinco fatores que vão tirar o Brasil do ranking das 10 maiores potências industriais

  • PorVandré Kramer
  • 04/10/2019 21:00
Cinco fatores que vão tirar o Brasil do ranking das 10 maiores potências industriais
| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

A indústria brasileira olha para o retrovisor e lá aparece a Indonésia. O país asiático tem tudo para tirar o Brasil do ranking das dez maiores economias industrializadas. A distância vem encurtando ano a ano. Dados da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido, na sigla em inglês) mostram que desde 2010, a produção industrial brasileira caiu 16%. A do país asiático foi no sentido contrário: cresceu 46,3%.

Cinco questões estão levando o país para a 11° posição no ranking das nações industrializadas, segundo especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo: faltam estímulos para que a indústria cresça no curto prazo, o ambiente de incertezas está em alta, o cenário para investimentos é pouco desfavorável, o produto brasileiro não consegue ser competitivo nem no mercado interno e a inovação e a tecnologia deixam a desejar.

O desempenho brasileiro é o pior entre as 10 nações mais industrializadas do mundo. Não dá para esperar por soluções no curto prazo, diz o pesquisador Cláudio Considera, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). “Vai depender dos caminhos que o Brasil escolher. É mais uma questão institucional.”

O fraco desempenho brasileiro acaba afetando os resultados da América Latina. “À exceção de Chile, Colômbia e Peru, o restante das economias industriais da região é marcada por altos custos de produção e baixo crescimento”, diz o gerente da unidade de política econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco.

Faltam estímulos para que a indústria cresça no curto prazo

A possibilidade de a Indonésia tomar a posição brasileira é muito grande. “Há poucas perspectivas de crescimento”, diz Rafael Cagnin, economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. As projeções mais recentes do Relatório Focus, uma pesquisa feita pelo Banco Central junto a instituições financeiras, sinalizam para uma retração de 0,54% na atividade industrial. No começo do ano, a expectativa era de uma expansão de 3%.

As duas alternativas para impulsionar a indústria estão bloqueadas, diz o economista. Uma delas seria as exportações. A outra, a adoção de políticas anticíclicas por parte do governo. Cagnin lembra que o mercado internacional vem perdendo força desde 2017 e que um dos principais consumidores brasileiros de produtos manufaturados, a Argentina, passa por uma grave crise. “Por outro lado, o desajuste fiscal impede a adoção de políticas de estímulo à economia.”

Não bastasse isso, ainda há reflexos da tragédia ambiental de Brumadinho (MG), que impactou negativamente na produção de ferro e, por tabela, na indústria extrativa. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que ela encolheu 10,7% nos oito primeiros meses do ano, em comparação a 2018.

Ambiente de incertezas se renovando desde o impeachment

Outro agravante é o ambiente de incertezas que vem se sucedendo desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. “Houve os problemas de montagem do governo Temer, as turbulências do processo eleitoral e os ruídos do atual, como no caso da CPMF, lembra Rafael Cagnin, do Iedi

Essas incertezas, segundo Cláudio Considera, pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) inibem investimentos. E mesmo reformas que começam a tramitar, como a tributária causam preocupação. São, pelo menos, três propostas que estão em discussão: uma do governo, outra na Câmara e outra no Senado. “Essa incerteza dificulta o cálculo da rentabilidade dos empreendimentos.

Cenário para investimentos é pouco favorável na indústria

Tradicionalmente, o Brasil investe pouco. A formação bruta de capital fixo - indicador do investimento privado - foi de 15% do PIB no segundo trimestre, de acordo com dados do IBGE. Em economias de forte crescimento, chega a superar os 25%.

“Desde os anos 80, a indústria acostumou-se a crescer pouco por causa de um regime macroeconômico negativo para o investimento”, diz Cagnin. A combinação de elevado custo de capital, a volatilidade cambial e a questão tributária acabam servindo como travas ao crescimento. Ele aponta que falta previsibilidade para o empreendedor.

Um fator mais recente que inibe a realização de investimentos por parte da indústria é a capacidade ociosa, que atualmente é de 21,9%, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). “Ela não justifica a realização de novos projetos de investimento.”

Outro agravante é a recuperação fraca, que inibe as perspectivas de crescimento. As expectativas de crescimento da produção industrial vem perdendo força. Nas últimas quatro semanas, segundo o relatório Focus, as projeções para 2020 caíram de 2,5% para 2,1%. E para 2021, de 2,75% para 2,5%.

O economista do Iedi lembra também que, em função da crise, as empresas não estão tão capitalizadas e não contam com muito lucro acumulado, um dos principais instrumentos de financiamento do investimento.

“Sem investimento, não há ganhos de produtividade e há uma involução forte. É questão de tempo para o Brasil sair do ranking das 10 maiores potências industriais.”

Produto brasileiro não consegue ser competitivo no mercado interno

Impostos elevados. Gargalos de infraestrutura. Custo de capital elevado. Energia elétrica cara. A lista de itens que aumentam os custos das exportações é grande. “E a situação é agravada com a crise na Argentina e a desaceleração da economia mundial”, diz Cláudio Considera, do Ibre/FGV. Nos nove primeiros meses do ano, o Brasil exportou US$ 167,2 bilhões, 5,6% a menos do que no mesmo período do ano anterior.

O problema não está só no mercado externo:

Os produtos brasileiros vem perdendo espaço também no mercado interno, principalmente para os asiáticos, que conseguem operar com custos menores.”

Flávio Castelo Branco, gerente da unidade de política econômica da CNI

Ele aponta que é preciso diminuir os custos, a burocracia e as regulamentações que afetam as empresas. “É preciso avançar mais nas reformas, o que foi feito até agora é insuficiente.”

Segundo Castelo Branco, as mudanças não dependem exclusivamente do lado de fora das empresas. O executivo destaca que os empresários precisam investir em técnicas que deem mais produtividade, em inovação e na qualidade da mão de obra.

Inovação e tecnologia deixam a desejar

Rafael Cagnin, do Iedi, aponta que inovação e tecnologia deixam muito a desejar no Brasil. O país é o 66° entre 129 países no ranking global de inovação, um levantamento feito pela Universidade de Cornell, pelo Insead e pela Organização Internacional de Propriedade Intelectual. E investe só 1,3% do PIB em pesquisa e desenvolvimento. Só para comparar, o líder do ranking é a Coreia do Sul, que aplica 4,6% do PIB nessas atividades.

“Entra governo, sai governo, há uma descontinuidade na política de inovação. As políticas públicas dão pouco suporte às atividades de pesquisa e desenvolvimento. E quando há contingenciamento no orçamento, é uma das primeiras atividades a perder recursos. Não é o que acontece no resto do mundo.”

Rafael Cagnin, economista-chefe do Iedi

Não bastasse isto, cita Cagnin, o cenário desfavorável ao investimento contribui para a pouca aplicação de recursos em pesquisa e desenvolvimento. “Como isto é contido, não há grandes ganhos em termos de produtividade. Isto pode comprometer a indústria nos próximos anos.”

22 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 22 ]

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  • A

    Alex Rangel

    ± 0 minutos

    Interessante a reportagem, seria interessante comparar os países da américa do sul, américa central. Não adianta jogarmos a culpa na população, nos empresários. Enquanto não termos uma política publica eficiente, enquanto termos essa ineficiência causada pela burocracia de tantas normas, impostos, tributos entre outros não conseguiremos ter a alavancagem que precisamos para sair da crise. Boa vontade começa no setor político e posteriormente cai na sociedade. A mudança que precisamos começa de cima.

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    • W

      Wagner Mayer Pedroso

      ± 1 dias

      Falta sim é vontade de crescer, de mudar. A China tem mais de 40.000km de trem bala, o Brasil mal tem ferrovias o suficiente para transporte básico. É baixar a cabeça e investir no básico, não precisa pisar na lua não. Copiar tecnologias, investir, baixar a carga tributária e fazer.... fazer acontecer!

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      • P

        Pedro tenvia

        ± 1 dias

        O Brasil começou efetivamente a cair, quando seus custos de mão de obra e carga tributária se tornaram de primeiro mundo e sua educação, infraestrutura, burocracia e espírito empreendedor continuavam de terceiro mundo.

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        • Z

          Zé Costa.

          ± 1 dias

          Meus amigos, boa vontade, VONTADE DE TRABALHAR, Patriotismo, honestidade, acabar com a via fácil do roubo,do desrespeito,da desonestidade. Afinal Ser Brasileiro! Pulso firme ,mão de ferro se for preciso, Tolerância ZERO. Pode ser que assim nós cheguemos a um Brasil melhor .

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          • C

            Cidadão Brasileiro

            ± 3 dias

            O que nos atrasa é a falta de capacidade de produzir bens e serviços de alto valor agregado que vendam no mundo todo. Sem forte educação, principalmente nas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), não há possibilidade de isso mudar. É importante notar que para os grandes exportadores de commodities (que têm forte lobby político) não existe essa preocupação, a “pátria” deles é o mundo. Os Sul-Coreanos deixaram de ser colonos analfabetos em arrozais para ter Hyundai, Kia, LG, Samsung, etc. colocando uma geração inteira nos bancos escolares e levando o desenvolvimento de competências em inovação muito a sério.

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            • B

              Baulé

              ± 3 dias

              pra variar o "remédio" seriam subsidios, incentivos, privilégios, nada mais enganoso! precisamos é acabar com os parasitas, as dificuldades artificiais para vender facilidades, a indústria e inovação não precisam de mamadeira ou tetas, precisam sim de menos freios, amarras e ingerência governamentais, precisamos de um choque de liberdade econômica e social.

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              • P

                Prof. Faccin

                ± 3 dias

                Se jogarmos a CLT no lixo e acabarmos com a Justiça do Trabalho, em poucos anos a economia brasileira dará um grande salto no futuro.

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                • C

                  Carlos

                  ± 3 dias

                  Resumindo: indústria brasileira em vias de extinção. Os industriais estão investindo no mercado financeiro, enquanto suas fábricas minguam.

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                  • M

                    MIRIAM CRISTINA

                    ± 3 dias

                    Sempre fui um crítico ferrenho do Brasil bancar universidades públicas, muitas reconhecidas pela qualidade, mesmo que isso nos custe muito caro, mas o problema é o pífio retorno que dão a sociedade como um todo. Individualmente os profissionais dessas universidade costumam bons intentos, mas coletivamente como retorno a sociedade quase zero, com um caso de sucesso aqui e outro ali, não existe política séria de utilização das universidades em parcerias com o pequeno e micro empresário. Então tudo fica no mundo acadêmico sem aplicação prática.

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                    • R

                      ROBERTO CANDIDO

                      ± 3 dias

                      Concordo com tudo o que foi exposto, porém também vejo um problema crônico de acharmos desculpas para nossos fracassos ao invés de assumirmos as falhas, corrigirmos e trabalharmos. Por outro lado, tudo no Brasil esta sendo leiloado, pequenas empresas compradas por corporações estrangeiras, certamente os lucros gerados não ficam por aqui, gerando novos investimentos. Como tem-se empresas multinacionais a inovação sempre fica na matriz, gerando toda espécie de direitos. Até nossa riqueza maior, como geração de energia está boa parte na mão estrangeira. Só nos resta commodities para gerar riqueza, uma competição injusta no mercado . Enfim como na F1, quem larga atrás ..... tem que ser genio.

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                      • D

                        Diogo

                        ± 3 dias

                        Carlos: acho que vc nunca teve um empregado! Mais da metade do recolhimento do INSS para Aposentadoria do trabalhador é paga pelo empregador! Fora o FGTS e outras obrigações do empregador! E no final, quando o empregado azeda entra na justiça do trabalho que dá tudo ao trabalhador e nada ao empresário! Não tem como dar certo! Aliás, que país socialista raiz deu certo? Não me venha dizer que foi a Suécia ou a França!

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                      • C

                        Carlos

                        ± 3 dias

                        Aposentadoria sai da remuneração do cidadão trabalhador. Quem banca é quem trabalha, não as empresas. A aposentadoria CLT não é pública, é dinheiro dos encargos sociais que o trabalhador tem direito e fazem parte da remuneração.

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                      • W

                        William Bones

                        ± 3 dias

                        Enquanto a empresa tiver que bancar metade da aposentaria do cidadão, não tem país que vai pra frente. Aposentadoria pública deveria ser abolida pois no final não aposenta ninguém e ninguém se aposenta de verdade.

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                    • P

                      Paulo Lima

                      ± 3 dias

                      Enquanto a Índia coloca uma sonda na lua não conseguimos fazer a transposição do Rio São Francisco.

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                      • W

                        William Bones

                        ± 3 dias

                        +100

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                    • J

                      J A Schmidt

                      ± 3 dias

                      O espírito empreendedor do Brasileiro vai sendo sufocado pelo excesso de controle governamentais, muito provavelmente a Indonésia não tem uma legislação trabalhista dos anos 50.

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                      • R

                        Roberto Garcia

                        ± 3 dias

                        Grande parte é fruto da burocracia, a nova forma de dominação pelo Estado Brasileiro da nação. É a nova forma dita “democrática” para dominar a tudo e a todos. Só falta regras para respirar, o resto tem tudo. Você está no cabresto e pensa que é normal.

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                        • L

                          Lothar

                          ± 3 dias

                          Nosso maior produto, a corrupção. Infelizmente o Brasil está na contramão do desenvolvimento.

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                          • D

                            Diz

                            ± 3 dias

                            E aí você olha o congresso, o senado e o STF trabalhando contra o governo Bolsonaro e conclui: será que vamos chegar ao ponto de ter que chamar o cabo e o soldado?

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                            Confira os Termos de Uso

                            • D

                              Diz

                              ± 3 dias

                              E aí você olha o congresso, o senado e o STF trabalhando contra o governo Bolsonaro e conclui: será que vamos chegar ao ponto de ter que chamar o cabo e o soldado?

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                              • J

                                Junnior_

                                ± 3 dias

                                Para ver o atoleiro basta olhar na tributacao sobre todos os insumos: combustivel, energia eletrica, comunicaçao, transporte. Não dá. P.ex., alguem acha razoavel pagar usd 10k num carrinho em um país continental. Vêem o veiculo como luxo e ñ como mero meio de transporte. Como empreender assim?

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                                  Jair Pereira

                                  ± 3 dias

                                  O Brasil...é um país agrícola...ainda mais agora...que tudo vem da china...nossos carros estão sendo fabricados com autopeças de lá.

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