
A Sony inaugura na próxima terça-feira, no ParkShopping Barigüi, em Curitiba, a sua primeira loja própria no Paraná. É a nona do país e a terceira a contar com o novo design, um projeto global elaborado em parceria com o escritório de arquitetura japonês KDA. A unidade conta com toda a linha de produtos da marca, além de servir como uma grande vitrine interativa para os consumidores. "O objetivo é vender, claro, mas mais que isso é ser um ponto onde as pessoas podem conhecer e experimentar os produtos da marca", diz Anderson Gracias, gerente-geral de vendas e negócios diretos da Sony Brasil. Leia a entrevista que ele concedeu ao editor de Tecnologia, Breno Baldrati.
Como foi a decisão de abrir a loja em Curitiba e no ParkShopping Barigüi?
Levamos em conta uma série de fatores. Quase a totalidade da população de Curitiba é alfabetizada. Estamos falando de um dos cinco maiores PIBs do Brasil [em termos de municípios]. Se olharmos para a Região Sul, onde a gente já tem uma loja, em Porto Alegre, fica claro que a loja de Curitiba vai ser um sucesso. E a escolha do Barigüi porque é um shopping já consolidado, com tráfego altíssimo e crescente. Além disso, temos três importantes revendedoras que trabalham no shopping Fast Shop, Fnac e Ponto Frio , lojas que estão entre as dez maiores em vendas de produtos da Sony Brasil.
Por que essa proximidade com as varejistas é importante?
Claro que a gente quer vender e precisa vender. Mas a gente evita a guerra de preços. Temos uma lista de outros motivos e objetivos com a Sony Store. Quando a gente entra com uma loja da Sony dentro de um shopping, a venda de produtos da marca em cada uma dessas lojas varejistas aumenta significativamente. As novas lojas da Sony Store têm um apelo interativo muito grande. O consumidor têm todos os produtos na mão, tudo conectado, prontos para usar.
Como vai funcionar a loja?
A loja tem alguns conceitos. A mobilidade, por exemplo. Os painéis são móveis e podemos mudar a configuração da loja em poucos minutos. Dá uma dinâmica diferente, de acordo com aquilo que estamos querendo promover. Também teremos um espaço chamado "premium service", para atendimento individualizado, com setups das máquinas para tirar dúvidas.
* * * * *
O nosso dinheiro
O governo insiste na tese de que seu plano de concessões é vantajoso para o setor elétrico. Mas está difícil convencer o mercado. Ironicamente, a empresa mais prejudicada parece ser a gigante estatal Eletrobras, controlada pelo próprio governo. Só na semana passada, o preço de suas ações desabou quase 30%. No ano, a perda passa de 60%. A empresa que tem uma dívida líquida de R$ 32 bilhões vai receber menos do que esperava em indenizações, e suas novas tarifas de geração são vistas como insuficientes para gerar caixa. Resultado: cresce a percepção de que o governo vai ter de colocar dinheiro (público, claro) para cobrir um eventual rombo na empresa.
A economista Elena Landau aproveitou para lançar um desafio: "Se o governo está tão seguro de que as tarifas propostas são suficientes para garantir tanto a operação das usinas quanto investimentos futuros, que tal se comprometer em lei a não colocar recursos do Tesouro na Eletrobras pelos próximos dez anos?", questionou ela, em um artigo.
IR para entidades
Empresas e pessoas físicas têm até 31 de dezembro para fazer as doações aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente que possam ser dedutíveis no Imposto de Renda. Em Curitiba, é possível ajudar projetos e entidades assistidos pelo Fundo Municipal (Comtiba) ou estadual (Cedca), com limites de até 6% do imposto devido por pessoas físicas e 1%, para pessoas jurídicas.
O site criancaquerfuturo.curitiba.pr.gov.br mostra o passo-a-passo para fazer as doações ao fundo municipal. Os projetos do fundo estadual estão em www.fia.pr.gov.br/fia/cadastrarDoacao.do?action=iniciarProcesso.
#Casas curitibanas
O Grupo Gonzaga estreou nessa semana no Instagram, a rede social para compartilhamento de fotos que mais cresceu em 2012, com uma proposta diferente. Em seu perfil, a Gonzaga registra imagens exclusivas de casas curitibanas, das residências de madeira a exemplares da arquitetura moderna. O objetivo da imobiliária é resgatar e registrar o patrimônio arquitetônico da cidade, difundindo-o entre os usuários das redes sociais. Confira em instagram.com/grupogonzaga
Paranaenses entre os melhores
Além dos grandes finalistas nacionais, o Prêmio Caio, considerado o Oscar do setor de eventos no mercado nacional, também elenca os candidatos por região. Na categoria Resort Urbano ou de Campo, o Paraná é o grande vencedor da Região Sul. Dos oito selecionados para a final, seis são paranaenses.
O primeiro lugar regional será decidido entre o Bourbon Cataratas Convention Resort e o Mabu Thermas & Resort, ambos em Foz, além do Serrano Resort Convention & Spa, de Gramado. O resultado será divulgado no dia 10 de dezembro. Os demais já foram classificados: Aguativa Resort, em Cornélio Procópio (5.º lugar), Iguassu Resort, em Foz (6.º), Termas de Jurema Resort Hotel, em Iretama (7.º) e o Camboa Resort Hotel, em Paranaguá (8.º).
Nascimento em Foz
A parceria entre o Iguassu Convention Visitours Bureau, de Foz do Iguaçu, e a operadora Nascimento Turismo, uma das maiores do país, dobrou a venda de pacotes para o destino entre 2011 e 2012. E para 2013 a aposta continua. A operadora vai levar mais de 500 profissionais para a cidade, entre os dias 13 e 17 de março, para o Nastur, o encontro técnico da empresa, para capacitação in loco dos agentes de viagem que vão trabalhar nas vendas do destino em 2013. O lançamento da Nastur será nesta segunda-feira, no Rafain Palace Hotel.



