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Ministro do TCU vem checar o porto de Paranaguá

Augusto Nardes recolhe informações pessoalmente para concluir processo contra a Appa

O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), é esperado nesta sexta-feira em Paranaguá para conhecer a estrutura do porto e conversar com empresários e entidades que vêm apresentando críticas à Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) nos últimos quatro anos.

Nardes é um dos ministros que analisou relatórios produzidos pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em que se pedia a intervenção federal na autarquia estadual.

O ministro, cuja chegada a Curitiba estava prevista para a noite desta quinta-feira, não quis detalhar com antecedência a programação a ser cumprida no litoral. Ele costuma fazer visitas in loco como forma de complementar seus relatórios. O TCU está analisando a situação do porto e pediu esclarecimentos ao Ministério dos Transportes sobre o pedido de intervenção feito pela Antaq.

Nesta quinta-feira, o Tribunal recebeu documento do ministério informando que "a intervenção federal está descartada no momento".

Segundo a assessoria de imprensa do ministério, foi aberto processo administrativo para a Appa se defender das acusações da Antaq. O ministério aceitou as explicações pela autarquia, mas informou que também fará visitas ao porto.

Obras

Também nesta quinta-feira, o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), e o superintendente da Appa, Eduardo Requião, inauguraram o novo complexo administrativo e as obras de modernização do sistema de informática e na faixa portuária, que custaram cerca de R$ 17 milhões. Algumas empresas e entidades portuárias criticaram a decisão de investir em novos escritórios, enquanto situações emergenciais, como a dragagem e a segurança portuária, são negligenciadas. De acordo com informações da Appa, em quatro anos foram aplicados cerca de R$ 150 milhões em obras de infra-estrutura, como pavimentação de acessos. A Appa informou que os acessos marítimos e terrestres são prioridade e só estão pendentes, no caso da dragagem, em função da ação de terceiros.

Leia mais sobre as reclamações contra a administração dos portos em reportagem no site da versão impressa da Gazeta do Povo (conteúdo exclusivo para assinantes)

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