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Aumentos

MP-PR quer investigação do Cade sobre aumento dos combustíveis

Iniciativa surgiu por causa do aumento generalizado dos preços dos combustíveis em Curitiba poucos antes do feriado do Dia de Finados

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Curitiba e Procon-PR vão pedir ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para que seja feita uma análise dos preços de combustíveis na capital, que tiveram seus valores elevados na quarta-feira da semana passada (31), pouco antes do feriado do Dia de Finados (2 de novembro).

Em nota, o Ministério Público (MP) afirmou que a promotoria determinará ainda que o Setor de Auditoria do próprio órgão realize um levantamento dos preços dos combustíveis nos postos de gasolina, conforme informações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A intenção é "verificar a evolução do valor de compra na distribuidora, revenda nos postos e margem de lucro aferida".

A reportagem da Gazeta do Povo tentou entrar em contato com representantes do Comércio Varejista de Combustíveis do Paraná (Sindicombustíveis-PR), mas não obteve resposta. Manifestação

Devido à alta dos preços dos combustíveis na última semana, uma nova manifestação está sendo organizada para a próxima quinta-feira (8). Segundo um dos organizadores do protesto, o jornalista Valdir Cruz, o objetivo é chamar a atenção da sociedade e das autoridades sobre uma possível conduta de formação de cartel em Curitiba. "Para eles [donos dos postos] têm concorrência livre, mas para nós não há, porque os preços são todos iguais", argumenta.

De acordo com Valdir, o protesto vai ocorrer pacificamente, e todos os manifestantes ficarão fora dos postos de gasolina para que não haja nenhuma possibilidade de perigo. Apenas as entradas serão bloqueadas. O ato deve contar com a participação de motoristas de vans escolares e de caminhões de transporte de gás, taxistas e motoristas particulares.

Na última sexta-feira (2), motoristas fizeram uma carreata pela cidade para protestar contra o aumento.

Mais de uma centena de veículos percorreu e lotou a Avenida Victor Ferreira do Amaral, uma das principais da capital, parando nos postos para abastecer apenas R$ 0,50, uma forma de resposta ao aumento abusivo antes do feriado prolongado

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