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Uber continua tendo prejuízo, mas diminuiu as perdas no final de 2017

No primeiro trimestre sob a liderança de Dara Khosrowshahi, as perdas da Uber diminuíram. Empresa espera abrir o capital da empresa até 2019

  • Da redação
Dara Khosrowshahi, CEO da Uber. | Simon Dawson/Bloomberg
Dara Khosrowshahi, CEO da Uber. Simon Dawson/Bloomberg
 
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Mesmo não sendo uma empresa listada na Bolsa e, portanto, obrigada a divulgar números a cada trimestre, a Uber faz esse procedimento. Nesta terça (13), a empresa divulgou os resultados de 2017 e, embora o prejuízo tenha aumentado, a nova direção de Dara Khosrowshahi já surtiu efeitos na contabilidade.

Em 2017, segundo a imprensa internacional, a Uber teve um prejuízo de US$ 4,5 bilhões, aumento de 60,7% em relação a 2016, quando o prejuízo foi de US$ 2,8 bilhões.

O quarto trimestre, porém, teve um resultado melhor: as perdas encolheram, de US$ 1,46 bilhão no terceiro para US$ 1,1 bilhão. Foi o primeiro trimestre completo da Uber sob o comando de Khosrowshahi, que assumiu o cargo de CEO em setembro.

Analistas apontam dificuldades em comparações porque a Uber mudou alguns critérios na consolidação dos números. A Uber é a startup mais valiosa do mundo. Segundo a Bloomberg, ela está avaliada em US$ 54 bilhões após receber um investimento e vender um pedaço da operação a um grupo liderado pela japonesa SoftBank, no final de 2017. A Uber pretende abrir seu capital em 2019.

LEIA TAMBÉM:7 fatos que marcaram o conturbado ano da Uber em 2017

O ano de 2017 foi bastante conturbado para a Uber, repleto de escândalos e acusações de concorrência desleal, que culminaram com a troca do CEO e cofundador, Travis Kalanick, por Khosrowshahi. No início de fevereiro, enfrentou uma ação na Justiça norte-americana movida pela Waymo, subsidiária da Alphabet, holding que controla o Google. As duas chegaram a um acordo em que a Uber se comprometeu a pagar o equivalente a US$ 245 milhões em ações suas para a rival.

Com informações da Reuters.

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