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Nova no varejo

“A-ha, U-hu, o Ponto Frio é nosso!” Funcionários da Casas Bahia, comemorando após ouvirem o anúncio, incorreto, de que a empresa havia comprado o Ponto Frio. Foi o controle da Casas Bahia que passou para o grupo de Abílio Diniz

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(Foto: Divulgação)

Está marcada para março a estreia da mexicana Coppel no varejo brasileiro. Ela começa com duas lojas no Paraná – Curitiba e São José dos Pinhais –, mas com plano de crescer rapidamente. Antes mesmo da inauguração, a rede vai oferecer seus cartões de crédito em uma espécie de sistema porta a porta, e que faz sucesso no México.

Uma das missões iniciais da rede varejista no Paraná será ensinar as pessoas a diferenciarem a marca da tradicional distribuidora de energia Copel. A diferença está na pronúncia: a sílaba tônica da Coppel é a primeira.

De renda francesa

Muitas mulheres não admitem voltar de Buenos Aires sem algumas peças da linha argentina de lingeries Caro Cuore.

Conhecida pelo alto padrão, a marca chega a Curitiba nesta semana, depois de aportar em Campinas e em Porto Alegre. Apenas duas lojas, a Cuore Lingerie e a Ideia Íntima, vão exibir em suas araras as peças de exclusiva renda francesa.

Disciplinados

A Paraná Asset Management, empresa de administração de recursos do Paraná Banco, está comemorando o rótulo verde conferido pela revista Investidor Institucional aos seus três fundos de renda variável. A classificação indica a categoria máxima para a relação risco/retorno, de acordo com as regras de cada fundo.

São fundos que trabalham com carteiras pequenas e gestão conservadora, sem alavancagem. "São para quem gosta de bolsa, mas não abre mão de disciplina no investimento", diz o diretor Roberto Sevalli. O destaque vai para o Small Caps, que mesmo sem ter como política superar o Ibovespa já rendeu 88% este ano, contra 82% do índice.

Locação dispara

Fala-se muito em boom imobiliário, com o financiamento recorde de imóveis pela Caixa, mas há vida também no mercado de aluguéis. A Administradora Gonzaga, por exemplo, viu subir em 35% o ritmo de locações. Foram cerca de 250 contratos por mês neste ano, contra 180 no ano passado.

Para investir

O complexo imobiliário que a Invespark constrói no centro de Curitiba vai custar R$ 31 milhões e deve ser entregue em dezembro de 2010. O valor corresponde à aquisição do terreno, à construção de um prédio comercial e outro residencial e a um estacionamento. Com a queda dos juros, a empresa prevê que o aluguel vai se tornar uma boa aposta entre os investidores.

Luxo na sala de aula

A Maison Capoani iniciou um projeto pioneiro em Curitiba no segmento top de moda. Alunos de cursos de especialização em marketing da PUCPR e do MBA de marketing da UFPR vêm tendo aulas na loja sobre o mercado de luxo e marcas internacionais.

O empresário Fernando Capoani também se dedica ao estudo da pesquisa qualitativa encomendada ao Instituto Datacenso, cujo resultado vai delinear o futuro do negócio e a abertura da nova loja no ParkShopping Barigüi.

Maçãs

A catarinense Renar Maçãs anunciou ao mercado um acordo de incorporação com a Pomifrai, que também é de Fraiburgo (SC). A consolidação das operações das duas empresas cria uma das três maiores comercializadoras de maçãs do Brasil, com capacidade para processar e vender 100 mil toneladas de frutas por ano.

A negociação de vários meses foi fechada com a participação do advogado Wilmar Eppinger, do escritório curitibano G.A. Hauer & Advogados Associados.

Marca fortalecida

A seguradora Previsul coleciona prêmios desde que seu controle passou para o grupo paranaense Consulfac, em 2006. Só neste ano, foram seis troféus – o mais recente foi o Pinhão de Ouro na categoria Personalidade do Mercado, concedido ao presidente da companhia, Ernesto Pedroso (foto), pelo Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Paraná (CVG-PR). Na base do reconhecimento, diz o executivo, estão os números robustos e uma estratégia de fortalecimento da marca Previsul na área em que atua, a de seguros de vida. A perspectiva é de fechar 2009 com crescimento de 18% e faturamento próximo a R$ 130 milhões.

As seguradoras brasileiras estão num processo de forte consolidação, com a união de grandes grupos. Isso atrapalha a concorrência?

Não. A ebulição de fusões e aquisições torna o mercado mais sólido e atrai mais confiança, tanto de investidores quanto do público. Há quatro anos a Susep [Superintendência de Seguros Privados, autarquia do Ministério da Fazenda que fiscaliza o setor] determinou que as seguradoras deveriam aumentar seu patrimônio líquido ajustado. A maioria já o fez. E esses negócios de compra, união e parcerias ajudaram nesse sentido.

O mercado de seguros de vida no Brasil cresce mais por interesse das pessoas ou das empresas, que oferecem a apólice como benefício a seus funcionários?

Só 17% da população brasileira tem algum tipo de seguro de vida, e esse é um segmento que está apenas começando a crescer. Mas esse movimento vem pelos dois lados, da pessoa jurídica e da pessoa física. O brasileiro melhorou sua cultura financeira e passou a planejar suas finanças em longo prazo. O maior exemplo disso são os planos do tipo VGBL, que combinam elementos do seguro de vida à previdência privada.

Como é a gestão de uma empresa centenária como a Previsul em meio a um mercado cada vez mais competitivo?

No ano passado demos uma guinada no marketing, mudamos a logomarca e consolidamos nossa presença nas regiões onde já tínhamos uma forte atuação. Antes disso, logo após o Consulfac ter assumido o controle da Previsul, fizemos um aporte de capital. Uma companhia de 103 anos tende a se movimentar em um ritmo mais lento do que o mercado à sua volta, mas mudamos isso. O resultado é que dobramos o faturamento em pouco mais de três anos.

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