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Energia

Petróleo cede em relação ao recorde

Os preços do petróleo recuram do recorde de US$ 70 por barril nesta segunda-feira, depois que um dos maiores furacões da história dos Estados Unidos atingiu a costa do Golfo.

No início desta segunda-feira, os contratos futuros ficaram quase US$ 5 mais caros no pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York, na maior cotação desde sua inauguração em 1983. Operadores temiam que o furacão tivesse efeito em instalações de produção de óleo no Golfo do México, que abastece um quarto do consumo do país.

O óleo era negociado com alta de US$ 0,42, a US$ 66,55 durante a tarde. O furacão também ameaça instalações de refino, em um momento em que um dos maiores temores é o desencontro entre oferta e demanda. Hoje não há transação com o petróleo em Londres em virtude de feriado.

O presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, xeque Ahmad al-Fahd, disse que iria propor aos países produtores a elevação de sua oferta real de petróleo e sua meta de produção em 500 mil barris diários em seu próximo encontro em setembro.

A maior parte do petróleo extra viria da Arábia Saudita, único membro da Opep com capacidade ociosa considerável de produção. A maior parte desta capacidade, no entanto, está na produção de óleo cru pesado que dificilmente seria processado pelas refinarias.

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