
O Mininova já era o maior repositório de torrents da rede, ao lado do PirateBay, quando a agência antipirataria holandesa Brein deu início ao processo que praticamente encerrou as atividades do site. Ele segue online, mas agora como plataforma de distribuição de conteúdo legal e gratuito ou seja, apenas usuários aprovados podem fazer o upload de novos arquivos torrent.
A decisão da corte de Utrecht, na Holanda, saiu no final de agosto, obrigando o site a excluir todo o conteúdo protegido por direitos autorais, e a desenvolver um filtro capaz de impedir o upload de novos arquivos ilegais. O Mininova afirma que, após meses de testes com diferentes técnicas de rastreamento, não foi possível encontrar uma opção que atendesse aos requerimentos da Justiça holandesa, e ainda mantivesse um fluxo constante de adição de torrents ao site.
Sem opções, não restou outra alternativa ao Mininova senão apagar quase todos os torrents disponibilizados foi registrada uma queda de mais de 1,3 milhão de arquivos apenas entre os dias 24 e 26 de novembro, de acordo com dados do próprio site.O Mininova, assim como o PirateBay, ainda possui alternativas legais para recorrer da decisão do tribunal. Mas o renovado Mininova desponta como uma maneira realista de provar que um formato de arquivo e uma nova tecnologia de distribuição de mídia não deveriam ser sacrificados.



