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Suspensão de concorrentes não favoreceu Telefonica/Vivo

Executivo da empresa já havia dito que a empresa não iria adotar "medidas oportunistas" durante o período de suspensão das vendas da concorrência

A decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de proibir as vendas das principais concorrentes da Telefonica/Vivo - TIM, Claro e Oi - não causou reflexo nos negócios, da companhia segundo o presidente, Antonio Carlos Valente. "Não sentimos nenhum impacto relevante", afirmou.

Na semana passada, o executivo já havia dito que a empresa não iria adotar "medidas oportunistas" durante o período de suspensão das vendas da concorrência. Em teleconferência com analistas no dia 25, o diretor da empresa, Paulo Cesar Teixeira, afirmou ser "natural" que a Telefonica/Vivo tivesse vantagens competitivas no mercado de telefonia móvel neste momento, o que não foi confirmado hoje por Valente.

O executivo afirmou que a empresa tem sido "muito cautelosa" com suas ofertas, porque a prioridade é a qualidade da entrega dos produtos. E acrescentou que, ao lançar há poucos dias um serviço de banda larga pré-paga por R$ 9,90 ao mês, o que poderia atrair mais clientes do que a infraestrutura comporta, preferiu oferecer apenas planos comerciais "condizentes com o que pode entregar".

O novo produto, que tem capacidade de serviço de 2MB por mês, irá alcançar principalmente as classes C e D. Segundo Valente, o Brasil tem se caracterizado pelo fortalecimento destas classes, por isso a nova oferta "é uma resposta ao movimento da pirâmide social."

Sobre a possível mudança da sede de negócios da Telefonica/Vivo de Madri, na Espanha, para São Paulo, Valente afirmou que o Brasil tem "mercado importante e sólido" para bancar a empreitada, mas preferiu não dar muitos detalhes. "Ainda não temos muitas informações sobre isso além do que já foi divulgado", disse.

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