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análise alternativa

Um 2012 difícil, dizem os astros ...e economistas

O mesmo céu que regeu o período da Grande Depressão, após o crash da Bolsa de Nova York, em 1929, está regendo o céu atualmente

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Analistas e economistas de correntes diversas são unânimes em prever que a atual crise financeira global está longe de acabar. E não são apenas as estatísticas e as projeções econômicas que apontam nessa direção. No céu, mais especificamente no trânsito dos planetas, objeto de estudo da astrologia, também pode ser encontrada a resposta que corrobora as previsões menos otimistas. "O mesmo céu que regeu o período da grande depressão econômica advinda do crash da Bolsa de Nova York [em 1929] está regendo o céu na atualidade, desde a quebra do Lehman Brothers [em 2008]", diz o astrólogo Ivan Freitas.

E quem aposta em dias ainda mais voláteis e de fortes emoções para o mercado financeiro pode encontrar um aliado na astrologia. Segundo Freitas, a mesma quadratura que estava no céu no dia da quebra da Bolsa de Nova York, em 29 de outubro de 1929, conhecida como "Black Tuesday", volta a se repetir, 83 anos depois: "No céu daquela terça-feira de 1929, o planeta Urano, que é responsável pelas mudanças drásticas e repentinas e move as situações críticas, estava a 08º22’ do signo de Áries, num forte aspecto astrológico negativo [quadratura] com o planeta Plutão, que transforma as estruturas de poder [neste caso, o poderio econômico]. Este foi o gatilho para a grande crise financeira e bancária do final dos anos 20. E exatamente no dia 23 de junho do ano que vem Urano estará no mesmo 08º22’ do signo de Áries e novamente em quadratura com Plutão."

Possibilidades

Se o tal alinhamento dos astros terá ou não poder para influenciar o mercado e a economia mundial, os economistas preferem não opinar, mas se arriscam a fazer previsões com base no crescimento chinês. Para o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal, uma desaceleração no PIB da China de 9% para algo em torno de 6% a 7% (conforme algumas previsões) poderia afetar não apenas a Europa, mas também o Brasil, pelo fato do país asiático ser o maior importador mundial de commodities do Brasil. Ainda de acordo com Souza Leal, há um fator que pouca gente está comentando, mas que poderá afetar o cenário interno daquele país, que é a mudança no comando do Partido Comunista da China, em outubro de 2012. Ele lembra que isso é o equivalente a uma mudança de dinastia.

O sócio-diretor da Global Financial Advisor, Miguel Daoud, especialista em China, lembra que o desaquecimento previsto para a economia chinesa já está provocando a queda no preço do minério de ferro. "A nossa maior exportadora, a Vale, está alterando a política de preços. Isso mostra que o Brasil vai ser atingido via câmbio e que o resto do mundo sentirá o baque da desaceleração do gigante asiático."

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