
O professor universitário Maurício Jaques não desgruda de seu smartphone. Por meio dele um HTC Touch, equipado com Windows Mobile 6.1 (a versão anterior ao 6.5, que equipa os Windows Phones lançados na semana) ele sincroniza sua agenda de compromissos e contatos, recebe e envia e-mails. Ele é um entusiasta do sistema operacional da Microsoft: "Por ser um produto Windows, a facilidade de sincronização chega a ser absurda".
Essa é a principal atração do Windows Mobile para os usuários. Fazer o celular "conversar" com o computador é tarefa simples afinal, eles falam a mesma linguagem e contêm os mesmos programas básicos. E é por isso que Jaques está no terceiro aparelho, e todos eles rodavam versões do Windows. "Já tive experiências com outros aparelhos, que não foram boas. O Nokia E61 foi um desespero total", diz. "Achava o hardware muito lento, e o sistema operacional [Symbian, que equipa praticamente metade dos smartphones do planeta e é amplamente usado pela Nokia] é ruim."
Jaques ainda não testou nenhum aparelho com o Android, o sistema operacional da Google, mas já experimentou o iPhone, que usa um sistema operacional específico, da Apple. Gostou. "Tem uma interface excepcional, principalmente para um leigo. Já o Windows Mobile exige um pouco mais de conhecimento para usar bem as funções", observa. Mas nas aplicações de "produtividade" e-mail, agendas, visualização e edição de documentos, por exmplo , o Windows ganha. "O iPhone é muito legal para jogos e entretenimento. Mas quando se trata de trabalho, o Windows bate qualquer outro."



