
Há alguns anos, para se ter um contato mais estreito com uma língua estrangeira, cruzar as fronteiras tupiniquins era requisito obrigatório. Com poucos recursos disponíveis para auxíliar a aprendizagem, as aulas de idiomas sobreviviam calcadas na gramática de sala de aula. Professor e quadro-negro eram as principais ligações com o língua a ser aprendida.
Os tempos mudaram. No globalizado mundo do século 21, termos como internet, DVD e download já fazem parte do cotidiano. E mais. Compõem um arsenal de recursos à disposição de quem quer aprender outra língua de forma fácil e eficiente. "Hoje é simples o acesso a músicas, vídeos e à tevê a cabo. A bagagem de ferramentas ao qual se tem contato com uma língua estrangeira é muito mais volumosa", diz Luiz Fernando Schibelbain, diretor do Centro de Línguas Positivo e presidente da regional paranaense da Braz-Tesol uma das maiores associações nacionais de professores de língua inglesa.
Das salas da aula, o aprendizado de idiomas ganhou uma extensão no dia-a-dia dos alunos. "Não basta frequentar os cursos duas vezes por semana. Para se ter fluência em um segundo ou terceiro idioma, o estudante tem de estar preparado para incluí-lo em sua rotina", explica Mariana Seicho Ribas, doutora em linguística pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), especializada em técnicas de aprendizagem. Para ela, complementar o aprendizado é fundamental para obter o domínio de qualquer língua.
Elaboramos, com a ajuda de professores de diversas escolas de línguas, um passo-a-passo com as melhores técnicas para se estender o aprendizado fora das aulas. Confira e coloque em prática.



