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Dom Casmurro

Conheça o escritor Machado de Assis

O jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo Machado de Assis nasceu em 21 de junho de 1839. Batizado como Joaquim Maria Machado de Assis, morreu aos 79 anos, em 29 de setembro de 1908. Em 28 de janeiro de 1879, Assis foi eleito presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), à qual se devotou até o fim da vida, ocupando a Cadeira n.º 23. A instituição passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.

O inventor de Capitu, segundo informações da ABL, era filho do operário Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis. Ele foi criado no morro do Livramento, no Rio de Janeiro, e perdeu a mãe ainda adolescente. Machado de Assis não tinha condições de fazer cursos regulares e estudou como pôde. Em 1855, com quase 16 anos de idade, publicou o primeiro trabalho literário, o poema "Ela", no jornal Marmota Fluminense.

Um ano depois o escritor se tornou aprendiz de tipógrafo da Imprensa Nacional, onde conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Machado de Assis também passou pelo Correio Mercantil, Diário do Rio de Janeiro, O Espelho, A Semana Ilustrada, Jornal das Famílias, O Globo, O Cruzeiro, A Estação, O Futuro, Revista Brasileira e Gazeta de Notícias.

O escritor também foi primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Foi quando iniciou a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Depois, Assis foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio.

Obras: Desencantos, comédia (1861); Queda que as mulheres têm para os tolos, sátira em prosa (1861); Teatro, volume que se compõe de duas comédias, O protocolo e O caminho da porta (1863); Quase ministro, comédia (s.d.); Crisálidas, poesia (1864); Os deuses de casaca, comédia (1866); Falenas, poesia (1870); Contos fluminenses (1870); Ressurreição, romance (1872); Histórias da meia-noite, contos (1873); A mão e a luva, romance (1874); Americanas, poesia (1875); Helena, romance (1876); Iaiá Garcia, romance (1878); Memórias póstumas de Brás Cubas, romance (1881); Tu, só tu, puro amor, comédia (1881); Papéis avulsos, contos (1882); Histórias sem data (1884); Quincas Borba, romance (1891); Várias histórias (1896); Páginas recolhidas, contos, ensaios, teatro (1899); Dom Casmurro, romance (1899); Poesias completas (1901); Esaú e Jacó, romance (1904); Relíquias da casa velha, contos, crítica, teatro (1906); Memorial de Aires, romance (1908).

Publicações póstumas: Crítica (1910); Outras relíquias, contos, crítica, teatro (1932); Crônicas, quatro volumes (1937) ; Correspondência (1932); Crítica literária (1937); Páginas escolhidas (1921); Casa velha (1944).

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