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Presidenciável

Caiado diz que “ninguém foi mais anistiado” que Lula e cobra perdão a Bolsonaro

A declaração retoma uma das principais bandeiras de Caiado na campanha presidencial.
A declaração retoma uma das principais bandeiras de Caiado na campanha presidencial. (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara)

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O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que “ninguém no Brasil foi mais anistiado” do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e usou a comparação para defender o perdão judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Caiado afirmou que pretende anistiar Bolsonaro e outros condenados pelos atos de 8 de janeiro caso seja eleito.

O presidenciável deu a declaração em entrevista coletiva após participar do 13º Fórum Caminhos da Liberdade, promovido pelo Instituto de Formação de Líderes (IFL), em São Paulo.

“Ninguém no Brasil foi mais anistiado do que o Lula. Eu não conheço nenhum que tenha sido mais anistiado e a quem tenha sido dada a condição de chegar à Presidência do Brasil. Essa é a realidade”, afirmou Caiado.

A declaração retoma uma das principais bandeiras de Caiado na campanha presidencial.

Em março, ao lançar sua pré-candidatura pelo PSD, ele afirmou que a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro seria seu primeiro ato no Palácio do Planalto, incluindo Bolsonaro entre os beneficiados.

Na entrevista, Caiado também afirmou que pretende usar a anistia como instrumento de pacificação política.

Anistia como uma das principais bandeiras de Caiado

A defesa da anistia ganhou espaço no discurso de Caiado como uma forma de enfrentar a polarização política.

Ao anunciar sua pré-candidatura, em março, o ex-governador de Goiás afirmou que uma anistia “ampla, geral e irrestrita” poderia ajudar o país a superar a divisão entre os grupos políticos.

“A polarização não é um traço da política nacional. A polarização é sustentada por um projeto político daqueles que se beneficiam dela. Pode ser desativada”, declarou na ocasião.

Desde então, Caiado passou a associar a medida à ideia de pacificação nacional.

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