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Balanço eleitoral

Como se saíram os prefeitos de capitais que renunciaram para tentar ser governadores?

Prefeitos
O grupo reunia prefeitos de Manaus, Macapá, São Luís, Rio de Janeiro, Recife, Maceió, Vitória, Boa Vista, João Pessoa e Rio Branco. (Foto: Reprodução/Redes sociais | Montagem Gazeta do Povo)

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Dez prefeitos de capitais renunciaram aos mandatos em 2026 para disputar os governos de seus estados. Após o primeiro turno, quatro conquistaram o governo, dois chegaram ao segundo turno e quatro deixaram a disputa.

O grupo reunia prefeitos de Manaus, Macapá, São Luís, Rio de Janeiro, Recife, Maceió, Vitória, Boa Vista, João Pessoa e Rio Branco.

O melhor desempenho entre os ex-prefeitos ocorreu em Roraima. Arthur Henrique (PL), que deixou a Prefeitura de Boa Vista para disputar o governo, conquistou 69,13% dos votos válidos e venceu a eleição no primeiro turno.

Em Alagoas, JHC (PSDB), ex-prefeito de Maceió, também venceu na primeira rodada. Ele obteve 52,09% dos votos válidos, contra 47,48% de Renan Filho (MDB).

No Amapá, Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá, foi eleito com 62,75% dos votos válidos, derrotando o governador Clécio Luís (União Brasil). Apesar da vitória, o registro da candidatura ainda enfrenta questionamentos na Justiça Eleitoral relacionados à renúncia à prefeitura.

O quarto eleito foi Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís. Ele recebeu 54,16% dos votos válidos e venceu o governo do Maranhão no primeiro turno.

Dois chegaram ao segundo turno

No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória, terminou o primeiro turno na liderança, com 49,65% dos votos válidos. Ele disputará o segundo turno contra Ricardo Ferraço (MDB), que teve 34,06%.

No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito da capital, também avançou. Ele terminou oficialmente em segundo lugar, com 42,76% dos votos válidos, atrás de Douglas Ruas (PL), que teve 49,27%.

A situação fluminense, contudo, ainda pode mudar. Anthony Garotinho (Republicanos), que teve 3,17% dos votos e estava com a candidatura indeferida, desistiu do recurso no TSE.

A retirada dos votos pode levar Ruas a ultrapassar 50% dos votos válidos e ser declarado vencedor ainda no primeiro turno.

Quatro foram derrotados

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), não conseguiu impedir a reeleição de Raquel Lyra (PSD) em Pernambuco. O ex-prefeito terminou com 44,81% dos votos válidos, enquanto a governadora alcançou 53,27% e venceu no primeiro turno.

Na Paraíba, Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa, ficou em terceiro lugar, com 11,06% dos votos válidos. O governador Lucas Ribeiro (PP) foi reeleito no primeiro turno, com 64,30%, seguido pelo senador Efraim Filho (PL), com 24,18%.

No Amazonas, David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus, também ficou fora do segundo turno. Ele terminou com 10,96% dos votos válidos, atrás de Omar Aziz (PSD), com 39,3%, e Professora Maria do Carmo (PL), com 25,7%.

No Acre, Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco, terminou em terceiro lugar, com 10,22% dos votos válidos. Mailza Assis (PP), com 49,76%, e Alan Rick (Republicanos), com 32,27%, avançaram ao segundo turno.

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