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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou imagens de seus diplomas na noite de quarta-feira (12), após questionamentos sobre informações acadêmicas publicadas em perfis oficiais.
As páginas de Flávio no Senado e na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) indicavam uma pós-graduação em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A instituição, porém, informou que não encontrou registro de Flávio como aluno. O curso também não aparece entre as formações apresentadas pelo senador na publicação.
“Para que não restem dúvidas sobre minha formação acadêmica, conquistada à base de vários anos de muito estudo e dedicação, seguem meus diplomas”, disse Flávio.
Na publicação, Flávio listou o bacharelado em Direito pela Universidade Cândido Mendes, a especialização em Políticas Públicas pelo IUPERJ-UCAM e o MBA em Empreendedorismo e Desenvolvimento de Novos Negócios pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

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Flávio Bolsonaro publicou imagens de seus diplomas acadêmicos nas redes sociais após questionamentos sobre sua formação.

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Flávio Bolsonaro publicou imagens de seus diplomas acadêmicos nas redes sociais após questionamentos sobre sua formação.

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Flávio Bolsonaro publicou imagens de seus diplomas acadêmicos nas redes sociais após questionamentos sobre sua formação.
UFRJ nega vínculo de Flávio e assessoria atribui informação a “equívoco”
A universidade afirmou que o Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) registra Eduardo Nantes Bolsonaro, irmão de Flávio, como concluinte do curso de Direito. No entanto, o sistema não registra vínculo acadêmico de Flávio com a instituição.
A assessoria do senador classificou a informação sobre a pós-graduação como um “equívoco”. Segundo a nota, os dados podem ter sido reproduzidos de páginas como a Wikipédia. A campanha afirmou que já solicitou a correção das informações nas plataformas.
Na publicação, Flávio afirmou que pretende ampliar o acesso à qualificação profissional caso seja eleito presidente. Ele também citou seus quase 24 anos de vida pública e destacou que já presidiu as Comissões Permanentes de Segurança Pública e Assuntos de Polícia e de Defesa Civil no Rio de Janeiro.
O episódio também provocou críticas de adversários políticos. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) questionaram a presença da informação sobre a suposta pós-graduação em perfis oficiais e em uma biografia divulgada anteriormente pela campanha.




