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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) escolheu o Rio Grande do Norte para iniciar sua pré-campanha na região Nordeste. No evento deste sábado (21), o pré-candidato usou uma camiseta em que se lia a frase "Nordeste é solução" e fez críticas ao petismo e ao presidente Lula (PT).
"O governo Lula já está há quase 20 anos, ou o PT, melhor dizendo; o que melhorou na sua vida? A esquerda está há muito tempo governando o Rio Grande do Norte. O que melhorou na sua vida? Você consegue ir trabalhar em paz? Você consegue ir no posto de saúde e ser bem atendido? Você consegue uma boa escola para o seu filho? Ela dá tempo integral para você conseguir ir trabalhar? Por que continuar insistindo no erro? Neste ano, nós temos uma grande oportunidade", argumentou Flávio.
A atual governadora do estado é Fátima Bezerra (PT), sendo a primeira petista a governar o estado. Antes dela, o Executivo foi ocupado por Robinson Faria (PSD) e Rosalba Ciarlini (DEM). Já o PSB, do vice-presidente Geraldo Alckmin, governou o estado por oito anos consecutivos, de 2003 a 2011, sob os mandatos de Wilma de Faria e Iberê Ferreira de Souza.
Flávio apontou para a alta no diesel como uma evidência de que Lula é um "incompetente que não consegue enfrentar uma crise" e prometeu retomar a política econômica instituída pelo ex-ministro Paulo Guedes durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).
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Aliados têm defendido a escolha de uma mulher para reduzir as acusações de radicalismo e a rejeição do eleitorado feminino constatada em pesquisas. Em seu discurso, Flávio apontou para o feminicídio, crime que, em 2025, atingiu seu maior número de ocorrências em 10 anos, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
"Vocês querem um governo que se preocupe de verdade com as mulheres, que abrace as mulheres, que trabalhe para colocar agressor de mulher no mesmo dia preso? Ou vocês querem um governo que está batendo recorde de feminicídios? Recorde de mulheres agredidas?", questionou.
No mesmo evento, o PL lançou a pré-candidatura do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias ao governo do estado. O cargo seria disputado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), mas Bolsonaro pediu que o parlamentar se dedicasse exclusivamente à coordenação da campanha de Flávio.








