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Flávio reage ao caso dos pagamentos envolvendo ex-chefe de gabinete de Lula

Flávio Bolsonaro questiona pagamentos e critica Lulinha após novas investigações da PF.
Flávio Bolsonaro questiona pagamentos e critica Lulinha após novas investigações da PF. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)

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O senador e pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, reagiu às revelações sobre pagamentos feitos pela empresária Roberta Luchsinger ao ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola. Em publicação nas redes sociais, Flávio criticou Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e questionou a origem dos recursos.

Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha, realizou pagamentos a Marcola, que ocupou a chefia de gabinete de Lula durante todo o atual mandato presidencial. O ex-assessor deixou o cargo em 21 de julho para integrar a campanha de reeleição do presidente.

Em nota, Marcola confirmou que recebeu recursos da empresária, mas negou qualquer irregularidade. Segundo ele, a operação teve caráter pessoal e a dívida já foi quitada por Luchsinger.

Flávio questiona origem de pagamentos e ironiza Lulinha

Na noite de segunda-feira (3), Flávio Bolsonaro publicou um vídeo na rede social X em que comentou o caso e levantou questionamentos sobre os pagamentos.

"Por que ele recebeu esses milhares de reais? De onde veio o dinheiro?", afirmou o senador. No texto da publicação, Flávio escreveu: "Marque aquele seu amigo petista que está em negação e mostre a verdade pra ele".

Na mesma publicação, Flávio também fez críticas ao adversário do PT na disputa presidencial.

"Deve ser só uma coincidência o Lula ser pai do Lulinha, o mago das finanças e negócios de cannabis", disse Flávio.

Flávio Dino assume relatoria de novo pedido de inquérito contra Lulinha

A Polícia Federal suspeita que um empresário do setor de tecnologia ligado à Dataprev tenha atuado ao lado de Lulinha, do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", e de Roberta Luchsinger na tentativa de viabilizar contratos com o governo federal.

Paralelamente, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu a relatoria do pedido da Polícia Federal para a abertura de um terceiro inquérito contra Lulinha. De acordo com a corporação, a solicitação trata de suspeitas de tráfico de influência no governo federal em favor de empresas parceiras do filho do presidente.

Na semana passada, a Polícia Federal também pediu a abertura de dois outros inquéritos contra Lulinha. O ministro André Mendonça, do STF, autorizou as investigações, que apuram, em tese, os crimes de tráfico de influência e corrupção em casos relacionados ao Ministério da Saúde e à Dataprev.

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