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Embate interno

Janja rebate Kátia Abreu e diz que seguirá na campanha “respaldada” por Lula

Janja rebate Kátia Abreu e diz que seguirá na campanha "respaldada" por Lula
Janja reage às críticas de aliados de Lula sobre sua atuação e diz que seguirá na campanha "respaldada" pelo marido. (Foto: EFE/Andre Borges)

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A equipe da primeira-dama, Janja da Silva, afirmou nesta quarta-feira (7) que ela seguirá na atuando na campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "independente do que falem". Parte dos coordenadores petistas apoiaram a ex-senadora Kátia Abreu (PT-GO), que defendeu “menos Janja e mais Alckmin” no segundo turno.

"Independente do que falem, Janja seguirá na campanha. Sua participação é legítima e sempre respaldada pelo presidente Lula. O objetivo de todos os envolvidos é um só: reeleger o presidente", disse a assessoria da primeira-dama, em nota enviada à imprensa. 

Recém filiada ao PT, Kátia participou da reunião desta terça (6) para definir a estratégia de Lula na segunda fase da campanha e criticou a mulher de Lula. “Menos Janja e mais Alckmin”, afirmou a ex-senadora sob fortes aplausos, segundo relatos colhidos pelo jornal O Globo e confirmados por ela na tarde desta quarta-feira (7) à GloboNews.

“Em relação à primeira-dama, que conheço muito pouco, não tenho nenhum tipo de relação íntima ou pessoal com ela, estava ali [na reunião] como um agente político que quer ganhar a eleição. Nisso sou muito pragmática e objetiva. Se alguém está exorbitando negativamente no processo eleitoral, precisa ser chamado”, afirmou a ex-senadora à emissora. 

Kátia reforçou que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) precisa ter mais espaço na campanha. "Eu achei, fiz uma comparação apenas de que o [vice] presidente Alckmin [...] deveria aparecer mais, que a primeira-dama está ocupando um espaço maior do que o vice-presidente. Não querendo desmerecê-la, mas querendo enaltecer o Alckmin, que tem uma popularidade muito grande no país", pontuou.

A campanha petista tenta reverter a desvantagem do primeiro turno. O candidato do PL Flávio Bolsonaro ficou à frente do presidente, com 47,03% (56.104.503 votos), enquanto Lula teve 45,16% (53.879.538 votos).

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