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Michelle diz que apoiará campanha de Flávio no “momento certo”

Michelle diz que apoiará campanha de Flávio “momento certo”
Michelle evitou confirmar uma candidatura própria e defendeu a prorrogação da prisão domiciliar de Bolsonaro. (Foto: EFE/Andre Borges)

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou, na noite desta terça-feira (9), que vai apoiar a possível candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República "no momento certo".

“No momento certo, com certeza [apoiarei Flávio]. No momento, quem está precisando de apoio, de cuidados, é o meu marido”, disse a ex-primeira-dama a jornalistas após participar de um evento, em Brasília.

Ela evitou confirmar uma candidatura própria e defendeu a prorrogação da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Questionada sobre uma possível candidatura, Michelle enfatizou que sua prioridade, no momento, é o marido e a filha, Laura.

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“A prioridade é a minha casa, minha família, o meu marido. Eu não posso pensar no amanhã se hoje preciso estar firme e forte para cuidar dele. Ele quer muito [que eu dispute as eleições], é um desejo do coração dele”, afirmou.

Presidente do PL Mulher, ela disse que já “plantou uma semente” ao incentivar “mulheres de bem” a participar da política. “Acho que a minha contribuição eu já dei. Se eu tiver que ficar em casa cuidando dele, eu vou ficar”, disse.

Prorrogação da prisão domiciliar de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes concedeu a prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro por 90 dias, em 24 de março. Na ocasião, Michelle e políticos aliados do ex-presidente se reuniram com Moraes para pedir o benefício. A ex-primeira-dama afirmou que a defesa solicitará a prorrogação da medida.

“Espero que ele continue em casa. Até porque ele precisa estar em casa para receber todos os cuidados. Um ano e dois meses com essa crise de soluço. Ontem mesmo ele passou mal, foi um dia mais intenso”, disse.

“Espero que Deus toque no coração do ministro para ele [Bolsonaro] fique em casa”, afirmou. Michelle relatou que o quadro de saúde do ex-presidente “oscila” em razão dos medicamentos. “Tem dia que ele amanhece bem, no início da tarde já tem uma crise de soluço, dá uma baqueada e assim sucessivamente”, destacou.

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