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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, acompanhou na manhã deste domingo (25) a emissão da zerésima de sua seção eleitoral, em Brasília, e votou logo em seguida. O procedimento marcou a abertura oficial da votação para este segundo turno em todo o país.
Nunes Marques chegou à sua seção, no Lago Sul, antes das 8h, horário previsto para o início da votação, e acompanhou a emissão do relatório que comprova que a urna eletrônica estava sem votos registrados. O documento, chamado de zerésima, é o primeiro relatório gerado pelo equipamento no dia da eleição e atesta que nenhum candidato recebeu votos antes da abertura da seção.
A emissão da zerésima é um procedimento obrigatório de segurança e transparência do processo eleitoral. O relatório é impresso e assinado pelo presidente da Mesa Receptora de Votos, na presença dos fiscais dos partidos políticos que acompanham a abertura dos trabalhos.
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O documento apresenta informações como a relação de candidatos por partido e cargo, a data e o horário da emissão, o turno da eleição, o número da seção e a identificação da urna eletrônica. A indicação de votação zerada demonstra que o equipamento está pronto para receber os votos dos eleitores.
Natural de Teresina, no Piauí, Nunes Marques mantém domicílio eleitoral na capital piauiense, mas solicitou voto em trânsito para participar do segundo turno em Brasília, já que terá diversos compromissos ao longo do dia por conta do cargo de presidente da Corte eleitoral. A modalidade permite que eleitores autorizados votem fora de seu domicílio eleitoral, em local previamente indicado.
Neste segundo turno, mais de 158 milhões de brasileiros estão aptos a votar na definição de disputas para a presidência da República e cinco governos estaduais. Desse total, mais de 136 milhões têm obrigação de comparecer às urnas, enquanto pouco mais de 22 milhões podem votar facultativamente.
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Os eleitores que não compareceram ao primeiro turno também podem participar da votação deste domingo. Para a Justiça Eleitoral, cada turno é considerado uma eleição independente, portanto, a ausência na primeira etapa não impede o exercício do voto na segunda.








