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O advogado e pré-candidato a deputado federal Jeffrey Chiquini afirmou que o diretório do PL no Paraná estava "desalinhado com a direita" sob a presidência do deputado federal Giacobo (sem partido-PR). Ele atribuiu a esse desalinhamento sua escolha por se filiar ao Novo e não ao PL.
"Eu sempre tive a conexão e a cara do PL. Mas infelizmente o PL no Paraná, sob a presidência do Giacobo, estava desalinhado com a direita. Hoje, os fatos falam por si: 53 prefeitos deixaram o partido e foram para o PSD, e até o próprio presidente estadual abandonou o projeto do Flávio Bolsonaro, e assumiu o lado que sempre esteve", escreveu Chiquini em suas redes sociais, neste sábado (28).
Na última terça-feira (24), Giacobo anunciou sua saída da legenda, em protesto contra a filiação e ao lançamento da pré-candidatura a governador do Paraná do senador Sergio Moro (PL-PR). O pivô dessa tensão é o atual governador, Ratinho Júnior (PSD), que desistiu de concorrer à Presidência e, em 2027, deve retornar à iniciativa privada.
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O novo presidente do PL paranaense é o deputado federal Filipe Barros, alguém que, de acordo com Chiquini, está "alinhado ao próximo presidente do Brasil", em referência ao senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Mesmo com a mudança, o advogado diz que "não seria correto eu abandonar agora quem me recebeu de braços abertos", negando uma migração ao PL e dizendo que se sente "muito bem e feliz" na atual legenda, comandada no Paraná pelo cientista político Lucas da Silva Santos.
Moro deve enfrentar, na disputa pelo Palácio Iguaçu, o deputado estadual Requião Filho (PDT-PR). Já para o Senado, devem concorrer o ex-senador Alvaro Dias (Podemos), a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), o deputado estadual Alexandre Curi (PSD) e o próprio Filipe Barros.








