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A nova pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra como está a disputa para presidente da República no segundo turno das eleições de 2026.
Flávio Bolsonaro (PL) registra 51,1% das intenções de voto, enquanto Lula (PT) marca 48,9% de votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos. Eles estão empatados tecnicamente na margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Pesquisa de 2º turno para presidente da República em 2026
O levantamento apresentou um cenário estimulado (quando a lista dos concorrentes é apresentada antes da resposta) de segundo turno, com votos totais e votos válidos.
Cenário estimulado - votos válidos
- Flávio Bolsonaro (PL): 51,1%
- Lula (PT): 48,9%
Cenário estimulado - votos totais
- Flávio Bolsonaro (PL): 48%
- Lula (PT): 46%
- Branco/Nulo: 3,4%
- Não sabe: 2,6%
Metodologia: 1.500 entrevistados pelo instituto Meio/Ideia de 15 a 19 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Canal Meio. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,5 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº BR-08251/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.






