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O Paraná Pesquisas divulgou nesta quinta-feira (12) uma pesquisa de intenções de voto para governador do Paraná nas eleições de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Partido Liberal (PL).
O senador Sergio Moro (União Brasil) lidera os três cenários estimulados com mais de 19 pontos percentuais. Requião Filho (PDT) e Rafael Greca (PSD) são os que mais pontuam depois de Moro.
Os entrevistados também responderam em quais dos potenciais candidatos a governador do Paraná não votariam de jeito nenhum.
Este levantamento do Paraná Pesquisas estava previsto para ser divulgado inicialmente em 6 de março, mas a Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação a pedido do PSB. O instituto recorreu e conseguiu a liberação, mas sem cenários de segundo turno.
Pesquisa para governador do Paraná em 2026
Paraná Pesquisas gerou um cenário espontâneo (quando os nomes dos políticos não são apresentados) e três estimulados (quando os candidatos são mostrados ao entrevistado).
Pesquisa espontânea
- Sergio Moro (União Brasil): 5,9%
- Ratinho Junior (PSD)*: 5,3%
- Requião Filho (PDT): 2,7%
- Alexandre Curi (PSD): 1,7%
- Rafael Greca (PSD): 1,6%
- Guto Silva (PSD): 0,9%
- Outros nomes citados: 0,8%
- Ninguém/Branco/Nulo: 5,3%
- Não sabe/Não opinou: 75,9%
*Ratinho Junior está no segundo mandato de governador e não pode ser candidato ao governo neste ano.
Sergio Moro lidera primeiro cenário estimulado
- Sergio Moro (União Brasil): 44,0%
- Requião Filho (PDT): 23,1%
- Alexandre Curi (PSD): 11,3%
- Fernando Giacobo (PL): 4,5%
- Guto Silva (PSD): 4,3%
- Luiz França (Missão): 0,9%
- Nenhum/Branco/Nulo: 7,1%
- Não sabe/Não opinou: 4,9%
No segundo cenário, Moro mantém a liderança
- Sergio Moro (União Brasil): 40,1%
- Requião Filho (PDT): 20,4%
- Rafael Greca (PSD): 19,1%
- Fernando Giacobo (PL): 4,7%
- Guto Silva (PSD): 4,5%
- Luiz França (Missão): 0,7%
- Nenhum/Branco/Nulo: 5,7%
- Não sabe/Não opinou: 4,7%
Moro abre mais vantagem no terceiro cenário
- Sergio Moro (União Brasil): 47,0%
- Requião Filho (PDT): 26,0%
- Fernando Giacobo (PL): 5,9%
- Guto Silva (PSD): 5,5%
- Luiz França (Missão): 1,3%
- Nenhum/Branco/Nulo: 8,2%
- Não sabe/Não opinou: 6,0%
Pesquisa de rejeição para governador do Paraná
O Paraná Pesquisas perguntou em quais candidatos o eleitor não votaria de jeito nenhum.
- Requião Filho (PDT): 33,7%
- Sergio Moro (União Brasil): 18,3%
- Rafael Greca (PSD): 13,3%
- Fernando Giacobo (PL): 8,7%
- Alexandre Curi (PSD): 7,8%
- Guto Silva (PSD): 7,7%
- Luiz França (Missão): 6,7%
- Poderia votar em todos: 12,0%
- Não sabe/Não opinou: 12,3%
Pesquisa de avaliação e aprovação de Ratinho Junior
Avaliação da administração de Ratinho Junior
- Ótima: 34,9%
- Boa: 36,0%
- Regular: 18,9%
- Ruim: 3,4%
- Péssima: 4,8%
- Não sabe/Não opinou: 2,0%
Aprovação de Ratinho Junior
- Aprova: 84,3%
- Desaprova: 12,8%
- Não sabe/Não opinou: 2,9%
Metodologia: 1.500 entrevistados pelo Paraná Pesquisas em 54 municípios do Paraná entre os dias 1º e 4 de março de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Partido Liberal (PL). Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,6 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº PR-06254/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.
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