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Eleições 2026

Paraná Pesquisas divulga sondagem para senador pelo Paraná

Ilustração feita pela Gazeta do Povo sobre pesquisa eleitoral nas Eleições 2026, com a bandeira do Paraná
Paraná Pesquisas entrevistou 1.500 eleitores do Paraná na sondagem para senador. (Foto: Infografia/Gazeta do Povo)

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O Paraná Pesquisas divulgou nesta segunda-feira (13) um levantamento com as intenções de voto para senador pelo Paraná nas eleições de 2026. No pleito deste ano, duas cadeiras estão em jogo.

Alvaro Dias (MDB) é o mais citado nos dois cenários em que participa, com indefinição sobre a segunda vaga.

No cenário sem a presença dele, quatro pré-candidatos são os mais competitivos pelas duas cadeiras: Deltan Dallagnol (Novo), Alexandre Curi (Republicanos), Filipe Barros (PL) e Gleisi Hoffmann (PT).

O instituto ainda perguntou aos entrevistados em quem eles não votariam de jeito nenhum para senador pelo Paraná.

Pesquisa para senador pelo Paraná em 2026

O Paraná Pesquisas fez pesquisa espontânea (quando os nomes não são apresentados) e três cenários estimulados (quando são mostrados os nomes).

Maioria não sabe em quem votar no cenário espontâneo

  • Deltan Dallagnol (Novo): 3,5%
  • Gleisi Hoffmann (PT): 1,3%
  • Alvaro Dias (MDB): 1,0%
  • Alexandre Curi (Republicanos): 0,8%
  • Cristina Graeml (PSD): 0,8%
  • Ratinho Junior (PSD): 0,8%
  • Filipe Barros (PL): 0,5%
  • Outros nomes citados: 0,8%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 5,1%
  • Não sabe/Não opinou: 85,5%

Alvaro Dias e Deltan Dallagnol são os mais citados no primeiro cenário estimulado

  • Alvaro Dias (MDB): 44,5%
  • Deltan Dallagnol (Novo): 28,2%
  • Alexandre Curi (Republicanos): 22,9%
  • Gleisi Hoffmann (PT): 22,5%
  • Filipe Barros (PL): 20,9%
  • Cristina Graeml (PSD): 15,3%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 8,7%
  • Não sabe/Não opinou: 5,0%

*Cada entrevistado poderia citar até dois candidatos.

No segundo cenário, as duas cadeiras estão indefinidas

  • Deltan Dallagnol (Novo): 30,1%
  • Alexandre Curi (Republicanos): 29,3%
  • Filipe Barros (PL): 25,9%
  • Gleisi Hoffmann (PT): 24,8%
  • Cristina Graeml (PSD): 17,4%
  • Rosane Ferreira (PV): 7,2%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 12,5%
  • Não sabe/Não opinou: 6,5%

*Cada entrevistado poderia citar até dois candidatos.

Alvaro Dias volta a ser o mais citado no terceiro cenário, com indefinição na segunda vaga

  • Alvaro Dias (MDB): 48,0%
  • Deltan Dallagnol (Novo): 30,9%
  • Filipe Barros (PL): 26,3%
  • Gleisi Hoffmann (PT): 24,7%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 9,7%
  • Não sabe/Não opinou: 6,8%

*Cada entrevistado poderia citar até dois candidatos.

Rejeição para senador pelo Paraná

O Paraná Pesquisas perguntou aos entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum. Cada entrevistado poderia citar mais de um candidato.

  • Gleisi Hoffmann (PT): 45,9%
  • Alvaro Dias (MDB): 13,1%
  • Cristina Graeml (PSD): 11,7%
  • Deltan Dallagnol (Novo): 11,1%
  • Alexandre Curi (Republicanos): 9,5%
  • Filipe Barros (PL): 8,5%
  • Rosane Ferreira (PV): 4,6%
  • Poderia votar em todos: 10,9%
  • Não sabe/Não opinou: 11,5%

Metodologia: 1.500 entrevistados pelo Paraná Pesquisas entre os dias 10 e 12 de abril de 2026. A pesquisa foi contratada pelo Partido Liberal (PL). Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2,6 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº PR-06559/2026.

Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais  

A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.

Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.

Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.

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