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A Quaest divulgou neste sábado (3), véspera do primeiro turno das eleições de 2026, uma pesquisa de intenções de voto para as duas vagas ao Senado por Santa Catarina.
A deputada federal Carol de Toni lidera a disputa pelas duas vagas ao Senado com 30% dos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos. Em seguida, empatados no limite da margem de erro de dois pontos percentuais estão Carlos Bolsonaro (PL), com 24%, e Esperidião Amin (PP), com 20%.
Pesquisa para senador por Santa Catarina em 2026
A pesquisa Quaest fez um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes dos candidatos). O resultado é o consolidado de primeiro e segundo votos e reduzido para 100% e considera os votos válidos, quando são excluídos brancos, nulos e indecisos.
Carol de Toni lidera corrida para o Senado - Votos Válidos
- Carol De Toni (PL): 30%
- Carlos Bolsonaro (PL): 24%
- Esperidião Amin (PP): 20%
- Décio Lima (PT): 12%
- Afrânio Boppré (PSOL): 5%
- Lunelli (MDB): 4%
- Carol (PCO): 2%
- Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão): 2%
- Jeferson Rocha (PRD): 1%
- Ana Lúcia da Silveira Machado (UP): 0%
- Marcos Dorval (PSTU): 0%
- Marlene Soccas (UP): 0%
- Joaninha de Oliveira (PSTU): 0%
Metodologia: 1.800 entrevistados pela Quaest de 2 a 3 de outubro de 2026. A pesquisa foi contratada pela NC Comunicações SA. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº SC-07346/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.







