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O PSDB disputará o governo do Rio Grande do Sul com uma chapa pura. O prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata (PSDB), já havia sido anunciado como cabeça de chapa. Nesta terça-feira (3), o partido anunciou que a empresária Betty Cirne, também tucana, é a pré-candidata a vice-governadora. Ela se filiou à legenda no dia seguinte, deixando o MDB.
Betty é produtora rural e subsecretária do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, cargo do governo gaúcho. Nas redes sociais, ela não expressa apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou ao presidente Lula (PT).
Em nota divulgada nesta quinta-feira (5), o partido falou em "reconstrução, responsabilidade na gestão pública e desenvolvimento para o estado" ao justificar a escolha. O Rio Grande do Sul ainda trabalha para lidar com os danos causados pelas enchentes em agosto de 2024.
A legenda tinha o comando do estado com Eduardo Leite, mas o governador migrou para o PSD, de Gilberto Kassab. No partido, Leite espera se lançar ao Planalto, mas há outros dois pretendentes ao cargo: o governador do Paraná, Ratinho Júnior, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que deixou o União Brasil.
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Kassab admite a possibilidade de dois nomes do PSD na chapa presidencial, mas Ratinho Júnior revelou que a discussão é secundária na cúpula. Nenhum dos três pré-candidatos poderia mudar de ideia e disputar uma reeleição: enquanto Ratinho e Caiado já estão em um segundo mandato, Leite renunciou em março de 2022.
O governador do Paraná descarta buscar o Senado caso não seja o escolhido da legenda. Em vez disso, o empresário diz que pretende coordenar as campanhas nas regiões Sul e Sudeste e, depois disso, voltar à iniciativa privada.








