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Eleições

Boulos minimiza vantagem de Tarcísio e vê redução durante debates

Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. (Foto: Adriano Sarmento/SGPR)

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, minimizou a vantagem do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nas pesquisas eleitorais. Para Boulos, a vantagem será reduzida durante a campanha eleitoral, sobretudo nos debates.

"Uma coisa é quando se está no governo e não se tem debate público e eleitoral. Quando for para o momento das eleições, o Tarcísio vai ter que se explicar de muita coisa", disse Boulos, criticando pontos do atual governo paulista: "O Tarcísio foi o governador que há um ano defendeu a privatização da Sabesp, jurando de pés juntos que o serviço ia melhorar e que não ia aumentar conta. E nos primeiros dias deste ano a gente teve aumento de conta, reajuste da Sabesp, e São Paulo está vivendo uma falta d'água que só é comparável ao racionamento de 2014. [...] Você está tendo falta d'água, você está tendo problemas crônicos no estado, o próprio problema da segurança."

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O ministro ainda citou o panorama da educação em São Paulo, dizendo que Tarcísio tentou "tirar livro didático, substituir professor por ChatGPT e botar major e coronel para dar aula em escola militar."

Ao falar sobre a chapa da direita para São Paulo e para o Executivo, Boulos ignorou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência e provocou o atual governador paulista: "A gente não sabe se o Tarcísio de Freitas é candidato à reeleição ou candidato à Presidência da República. Ele diz que é candidato à reeleição, mas parece que a própria esposa dele não concordou muito com isso no Instagram semana passada e ele mesmo dá sinais trocados querendo ser candidato à Presidência da República. Então é uma coisa que não está definida, o palanque do lado de lá."

As pesquisas para o governo do estado têm mostrado uma folga de Tarcísio, seguido do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele, porém, tem resistido à pressão do PT por uma candidatura, e segue dizendo que não pretende concorrer em 2026.

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