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Eleições 2026

Simone Tebet nega candidatura ao governo de SP, mas confirma que sairá para algum cargo eletivo

Simone Tebet
Ministra confirmou, no entanto, que sairá do governo em breve para disputar algum cargo eletivo em SP ou MS, sua base eleitoral. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

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A ministra Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, negou nesta sexta (30) que vá disputar o governo de São Paulo nas eleições deste ano, mas confirmou que deixará o cargo até 30 de março para concorrer a “algum cargo eletivo”. A afirmação foi feita após conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas quais o cenário mais citado foi uma eventual disputa ao Senado.

Ao afastar a hipótese de entrar na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes, Simone Tebet citou o ministro Fernando Haddad (PT), da Fazenda, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como nomes fortes no campo governista. Ambos, diz, teriam condições de levar a eleição ao segundo turno.

“Eu entendo que São Paulo tem dois nomes de peso relevantes, importantes, que têm condições de performar muito bem e de levar inclusive [as eleições] para um segundo turno, que são o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o vice-presidente Geraldo Alckmin”, afirmou após participar de um evento.

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Apesar de negar a disputa ao governo de São Paulo, que chegou a ser ventilada nos bastidores, Simone afirmou que será candidata a “alguma coisa” no estado ou no Mato Grosso do Sul, sua base eleitoral.

O nome dela vinha sendo cogitado para enfrentar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), especialmente diante da resistência de Haddad em disputar a eleição estadual e da preferência de Alckmin por permanecer como vice-presidente. No entanto, Simone Tebet afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento.

“Não discutimos mudança partidária, não discutimos cargos, não discutimos nem governo do estado de São Paulo”, afirmou.

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Segundo a ministra, a única certeza no momento é a saída do ministério e a candidatura em 2026, ainda indefinida quanto ao cargo e ao estado. Ela também lembrou que já recebeu um convite do PSB, no passado, para ingressar na legenda. Mas, destacou que o tema não está na mesa neste momento.

Ela ainda frisou que, passado o ciclo eleitoral deste ano, o governo terá uma oportunidade mais clara para avançar no controle das despesas, algo que, diz, não foi possível em 2022 por causa do ambiente político e eleitoral.

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