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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já recebeu 1.207 denúncias de possíveis irregularidades desde que o período autorizado para propaganda eleitoral começou, no domingo (16). O valor equivale, em média, a cerca de uma denúncia a cada cinco minutos. Quase 32% dos registros dizem respeito ao impulsionamento de conteúdos de campanha e um quarto trata de ocorrências relacionadas à internet.
Os dados dizem respeito ao sistema Pardal, aplicativo voltado para o acionamento rápido da Justiça Eleitoral por parte dos cidadãos. O número segue crescendo: entre 11h59 e 13h44 desta quarta-feira (19), foram registradas 104 novas denúncias em 105 minutos, praticamente uma por minuto. O sistema exige autenticação via e-Título ou Gov.Br, mas mantém o sigilo do denunciante.
Em 2022, o Pardal registrou 38.747 denúncias, fechando o período de propaganda com a média de uma denúncia a cada três minutos. Diferentemente do levantamento atual, o sistema Pardal Web indica todos os registros como pertencentes à categoria "não informado", o que impede o comparativo por tipo de irregularidade apontada.
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Recuando mais uma eleição, o dado fechado mostra que tanto o volume quanto o ritmo de denúncias era maior. Em 2018, foram 48.673 registros, média de aproximadamente um a cada dois minutos.
A Corte, no entanto, faz duas ressalvas: desinformação eleitoral e acusações de crime eleitoral seguem canais próprios. No primeiro caso, a denúncia é encaminhada ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), enquanto nos temas criminais, há a recomendação para encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral (MPE).
Quase sete em cada dez desses registros dizem respeito aos cargos proporcionais em disputa, deputado federal e deputado estadual. Para Presidente, são 26 registros. Cerca de 60% das denúncias estão em apuração, enquanto 13% aguardam avaliação e 27% já foram encerradas.




