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Eleições 2026

Urnas substituídas chegam a 1.551 no 2º turno; veja os estados com mais trocas no país

A substituição de equipamentos faz parte dos procedimentos de contingência adotados pela Justiça Eleitoral durante a votação.
A substituição de equipamentos faz parte dos procedimentos de contingência adotados pela Justiça Eleitoral durante a votação. (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)

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O segundo turno das eleições de 2026 registrou 1.551 urnas substituídas em todo o país até as 18h deste domingo (25), segundo o relatório de ocorrências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número corresponde a 0,28% das 499.248 urnas principais utilizadas na votação.

O novo balanço mostra um aumento em relação ao levantamento anterior, que contabilizava 1.516 equipamentos substituídos até as 18h. Entre os dois relatórios, portanto, foram registradas mais 35 trocas.

Apesar das ocorrências, nenhuma seção eleitoral havia recorrido à votação manual até o horário do novo relatório. O documento também mantém em 48.815 o número de urnas de contingência disponíveis para substituição em caso de problemas com os equipamentos instalados nos locais de votação.

Ao todo, 158.745.463 eleitores estavam aptos a votar no segundo turno. O relatório considera apenas as ocorrências registradas no dia 25 de outubro.

São Paulo concentra maior número de trocas

São Paulo continua na liderança em números absolutos entre os estados com mais urnas substituídas. O novo balanço aponta 295 trocas no estado, ante 293 registradas no relatório das 18h. O total corresponde a 0,26% das 103.656 urnas principais utilizadas em território paulista.

O Rio de Janeiro aparece em seguida, com 159 equipamentos substituídos. O Paraná vem na terceira posição, com 140, seguido por Minas Gerais, com 136, e Bahia, com 102. Santa Catarina, com 95; Rio Grande do Sul, com 87; e Pernambuco, com 82 também registraram dezenas de substituições. O Ceará teve 69 trocas.

No Paraná, as 140 trocas representam 0,47% das 27.142 urnas principais utilizadas no estado. O número permanece o mesmo em relação ao boletim divulgado às 18h.

Quando se considera a proporção de equipamentos substituídos em relação ao total de urnas de cada unidade da Federação, Sergipe apresenta o maior percentual, com 0,59%, seguido por Santa Catarina, com 0,51%, e Paraná, com 0,47%. O Espírito Santo aparece na sequência, com 0,44%.

Rio de Janeiro registrou 0,38% de substituições; Pernambuco, 0,36%; Alagoas, 0,31%; Piauí, 0,28%; e Bahia e Ceará, 0,26%. Em São Paulo, apesar do maior número absoluto de trocas, o percentual ficou em 0,26%.

Nenhuma seção teve votação manual

Mesmo com as 1.551 trocas registradas, o relatório do TSE não aponta seção eleitoral com votação manual. O campo destinado a esse tipo de ocorrência aparece zerado para todas as unidades da Federação e também para o exterior.

A votação manual com cédulas de papel é prevista pela legislação eleitoral como último recurso, caso uma urna apresente problema e não seja possível substituí-la por outro equipamento. No segundo turno, porém, não houve registro dessa necessidade até o horário de atualização do relatório.

O levantamento mostra que houve substituições em todos os estados. Além dos maiores números registrados em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, Minas Gerais teve 136 trocas; Bahia, 102; Santa Catarina, 95; Rio Grande do Sul, 87; Pernambuco, 82; Ceará, 69; e Espírito Santo, 47.

Outros registros foram de 39 urnas substituídas na Paraíba e em Sergipe, 33 em Goiás, 31 no Maranhão e no Piauí, 30 no Pará, 25 em Mato Grosso, 24 em Alagoas e 22 no Rio Grande do Norte.

No Distrito Federal, foram 14 trocas. Amazonas registrou 11; Mato Grosso do Sul, 18; Acre e Amapá, quatro cada; Rondônia, seis; Roraima, quatro; e Tocantins, quatro.

No exterior, não houve substituição. O TSE registrou 1.351 urnas principais e 129 equipamentos de contingência destinados aos locais de votação fora do Brasil.

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