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O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, atuará na coordenação da campanha do presidente Lula (PT). A informação é de uma nota da pasta, divulgada nesta sexta-feira (20).
"Wellington Dias desempenhará papel estratégico na condução política do projeto eleitoral, reforçando a articulação com lideranças partidárias, governadores, prefeitos e movimentos sociais em todo o país", diz o comunicado, que aproveita para exaltar o "desempenho técnico e político no período foi determinante para sua nomeação como ministro".
Wellington venceu as eleições de 2022 como Senador pelo Piauí, mas foi nomeado ao cargo de ministro e se licenciou do mandato. Antes disso, ele foi governador do estado por dois mandatos. A coordenação de campanha não exige que ele deixe o cargo, como fez o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para disputar o governo do estado de São Paulo.
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Petista, atual governador deve buscar a reeleição

O atual governador do Piauí é petista. Rafael Fonteles está em seu primeiro mandato e deve disputar a reeleição. Ele deve enfrentar nomes como a ex-deputada federal Margarete Coelho (PP), o jornalista Toni Rodrigues (PL) e o economista Tonny Kerley (Novo).
No Senado, estará em jogo a cadeira do presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, e a do senador Marcelo Castro (MDB). Os dois concorrerão novamente, enfrentando o deputado federal Júlio Cesar (PSD), o presidente estadual do PL, Tiago Junqueira, e o ativista Francinaldo Leão (PSOL).
A chapa presidencial ainda precisa da palavra final de Lula sobre quem será seu vice, mas já tem suas prioridades: em entrevistas, membros do partido têm dito que é necessário transmitir à população o discurso de que, em vez de representar problemas no governo, casos como as fraudes no Master e o escândalo de descontos indevidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são um sinal de autonomia da Polícia Federal (PF), ou seja, de que o presidente "deixa investigar".








